domingo, dezembro 02, 2012
Ponte da Espadaneira - Sabugueiro
Esta ponte situa-se sobre a Ribeira das Vinhas na aldeia do Sabugueiro.
Era nesta ribeira que, em tempos remotos as senhoras iam lavar a roupa.
Coordenadas:
38º46´´18.89´´N
8º07´33.04´´O
Fonte da Espadaneira - Sabugueiro
Esta fonte situa-se na aldeia do Sabugueiro se seguirem as coordenadas pode ser encontrada facilmente.
De momento, não disponho de qualquer informação sobre a mesma mas, vou pesquisar.
Coordenadas:
38º46´´17.30N
8º07´32.56´´O
quinta-feira, novembro 15, 2012
Exposição de Pintura - "Sacra"
Natural de Évora, João Carlos Caraça Parreira expõe pela primeira vez em Arraiolos.
Os seus trabalhos têm como inspiração as Bíblias iluminadas e as técnicas de gravura, água forte e xilogravura. Os temas a que se dedica são especialmente relacionados com a Arte Sacra e a Natureza.
A visitar de 06 a 23 de Novembro de 2012, na Biblioteca Municipal de Arraiolos.
Coordenada: 38º43´23.89´N
7º59´03.61´´O
http://www.cm-arraiolos.pt/pt/conteudos/noticias/Exposicao+de+Pintura+-++Sacra.htm - 15 nov.2012
quarta-feira, outubro 31, 2012
ANTA DO MONTE DA CHAMINÉ
Situada a 300 metros do Monte da Chaminé pode-se encontra uma anta, cujo
nome é o mesmo do local onde se encontra.
Monumento de razoável estado de conservação, apresenta câmara poligonal coberta (altura 2,30m e diâmetro 2,50m)
de 7 esteios de granito. O corredor orienta-se a nascente, conservando 4
esteios no lado Sul e 2 no lado Norte, com cerca de 0,80m de altura. Não
apresenta vestígios de mamoa nem
de cobertura do corredor que teria 2,40m de comprimento. Apresenta ainda oito
“covilhas” gravadas na face superior da laje de cobertura.
segunda-feira, outubro 29, 2012
Património - Turismo do Alentejo quer candidatar à UNESCO cinco bens imateriais da região
A arte chocalheira das Alcáçovas, os tapetes de Arraiolos, a tapeçaria de Portalegre, as Festas do Povo de Campo Maior e as jangadas de São Torpes são expressões culturais que o Turismo do Alentejo quer ver classificadas pela UNESCO.
Café Portugal/Lusa | sábado, 27 de Outubro de 2012
O presidente da Entidade Regional de Turismo (ERT) do Alentejo, António Ceia da Silva, lembrou que, em relação à região, já estão a decorrer os processos respeitantes às candidaturas do montado e do cante alentejano.
Mas, realçou, a par deste trabalho, o Turismo do Alentejo tem «um projecto mais vasto» para promover a candidatura de «um conjunto de bens imateriais» junto da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO).
«Consideramos que há determinados bens imateriais, uns em vias de extinção e outros com grande significado no contexto da região, que também merecem ser candidatados e classificados pela UNESCO», argumentou.
O projecto visa a salvaguarda da arte de fazer chocalhos característica das Alcáçovas (concelho de Viana do Alentejo), dos tapetes de Arraiolos e datapeçaria de Portalegre, das Festas do Povo de Campo Maior, quando as ruas da vila ficam «engalanadas» com flores de papel, e das jangadas de São Torpes (concelho de Sines), embarcação que se supõe de origem fenícia e usada na pesca artesanal local.
Este trabalho vai incluir acordos de colaboração entre o Turismo do Alentejo e as câmaras municipais ou outras associações dos concelhos envolvidos, prevendo Ceia da Silva que os mesmos sejam todos assinados no espaço de «seis meses».
O primeiro deles vai ser assinado nas Alcáçovas com a junta de freguesia local e o município de Viana do Alentejo, visando a elaboração de uma candidatura da Arte dos Chocalheiros à lista da UNESCO de Património Cultural Imaterial com Necessidade de Salvaguarda Urgente.
«Os chocalhos artesanais das Alcáçovas são o primeiro processo a avançar, num trabalho coordenado pelo antropólogo Paulo Lima, mas cada um dos outros bens imateriais vai ter a sua própria candidatura, a diferentes listas da UNESCO», explicou Ceia da Silva.
O
presidente do Turismo do Alentejo admitiu que este projecto global seja executado «nos próximos dois anos» e assegurou que, actualmente, é preciso «afirmar as questões da identidade dos territórios e dos destinos turísticos».
«São decisivas. Por isso, é imprescindível valorizar e salvaguardar estes bens imateriais, que pertencem à identidade do Alentejo», para que possam ostentar o «selo» da UNESCO, o que contribuirá para a dinamização turística e económica da região, disse.
Já o presidente do município de Viana do Alentejo, Bengalinha Pinto, congratulou-se por a arte chocalheira das Alcáçovas ser o primeiro passo deste projecto do Turismo do Alentejo e disse esperar que a candidatura seja elaborada «até Março do próximo ano».
«Queremos preservar uma arte que está em vias de extinção e que terá em Alcáçovas o seu núcleo mais importante e, no âmbito da candidatura, também estamos a trabalhar num plano de salvaguarda da arte chocalheira», revelou.
Mas, realçou, a par deste trabalho, o Turismo do Alentejo tem «um projecto mais vasto» para promover a candidatura de «um conjunto de bens imateriais» junto da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO).
«Consideramos que há determinados bens imateriais, uns em vias de extinção e outros com grande significado no contexto da região, que também merecem ser candidatados e classificados pela UNESCO», argumentou.
O projecto visa a salvaguarda da arte de fazer chocalhos característica das Alcáçovas (concelho de Viana do Alentejo), dos tapetes de Arraiolos e datapeçaria de Portalegre, das Festas do Povo de Campo Maior, quando as ruas da vila ficam «engalanadas» com flores de papel, e das jangadas de São Torpes (concelho de Sines), embarcação que se supõe de origem fenícia e usada na pesca artesanal local.Este trabalho vai incluir acordos de colaboração entre o Turismo do Alentejo e as câmaras municipais ou outras associações dos concelhos envolvidos, prevendo Ceia da Silva que os mesmos sejam todos assinados no espaço de «seis meses».
O primeiro deles vai ser assinado nas Alcáçovas com a junta de freguesia local e o município de Viana do Alentejo, visando a elaboração de uma candidatura da Arte dos Chocalheiros à lista da UNESCO de Património Cultural Imaterial com Necessidade de Salvaguarda Urgente.
«Os chocalhos artesanais das Alcáçovas são o primeiro processo a avançar, num trabalho coordenado pelo antropólogo Paulo Lima, mas cada um dos outros bens imateriais vai ter a sua própria candidatura, a diferentes listas da UNESCO», explicou Ceia da Silva.
O
presidente do Turismo do Alentejo admitiu que este projecto global seja executado «nos próximos dois anos» e assegurou que, actualmente, é preciso «afirmar as questões da identidade dos territórios e dos destinos turísticos».«São decisivas. Por isso, é imprescindível valorizar e salvaguardar estes bens imateriais, que pertencem à identidade do Alentejo», para que possam ostentar o «selo» da UNESCO, o que contribuirá para a dinamização turística e económica da região, disse.
Já o presidente do município de Viana do Alentejo, Bengalinha Pinto, congratulou-se por a arte chocalheira das Alcáçovas ser o primeiro passo deste projecto do Turismo do Alentejo e disse esperar que a candidatura seja elaborada «até Março do próximo ano».
«Queremos preservar uma arte que está em vias de extinção e que terá em Alcáçovas o seu núcleo mais importante e, no âmbito da candidatura, também estamos a trabalhar num plano de salvaguarda da arte chocalheira», revelou.
sexta-feira, outubro 26, 2012
IGREJA DE SANTA CLARA
Época de construção do inicio do séc. XVII.
Pensa-se que inicialmente o orago era Nossa Senhora da Consolação e não
Santa Clara.
Igreja de linhas discretas mas airosas, de alvenaria caiada de branco.
A nave de planta retângula, de arquitetura barroca, onde apenas existe o
pupilo de caixa de secção quadrangular. Tecto de meio canhão totalmente
revestido por pinturas murais. Este são 18 painéis, alguns quase perdidos e de
difícil identificação, dispostos em caixotões irregulares, de fieiras
constituídas em octógonos intervalados por tabelas redondas e molduradas
flóricas e brutescas.
Dos quadros, que representam essencialmente, temas da vida mariana e do
culto lusitano, consegue-se ler os seguintes:
ANUCIAÇÃO; PRESÉPIO; ADORAÇÃO DOS REIS; STª APOLÓNIA; SANTA ENGRÁCIA E
SANTA CATARINA; SANTO ANDRÉ e outros santos; S. BENTO, MILAGRE DE SANTO
HIPÓLITO; APARIÇÃO DA VIRGEM A D. FUAS ROUPINHO; CENAS DO MARTÍRIO E DEGOLAÇÃO
DE S. BRÁS, ST.ª MARIA MADALENA e ST.ª MARTA; SS. COSME E DAMIÃO; S. DOMINGOS;
N.ª S.ª DO ROSÁRIO E ST.ª CATARINA.
A capela-mor, de planta semicircular tem, vasados na ousia, três nichos
de arcos redondos, apilastrados e de fundo envierado, nos quais se veneram as
imagens da padroeira SANTA CLARA, as de SANTO ANTÓNIO e SÃO ROQUE, de madeira
dourada, antigas, mas vulgares. O tecto decorado a fresco é composto de tabelas
geométricas enriquecida com elementos florais e de arabescos miúdos, inspirados
na tecelagem quinhentista.
Diz-se
que a construção desta Igreja está ligada a uma lenda, a Lenda de Santa Clara que podem ler neste bloge (5 de abril 2009).

Coordenadas: 38º45´47.39´´N
8º07´17.33´´O
quinta-feira, outubro 25, 2012
Fenómeno meteorológico ocorreu na zona de Igrejinha, em Arraiolos
Rajadas fortes de vento fustigaram hoje o concelho de Arraiolos, na zona de Igrejinha, arrancando mais de cem sobreiros e azinheiras, muitos de grande porte, e as coberturas de dois edifícios, revelou um vereador do município.
Armando Oliveira, vereador da Câmara de Arraiolos com a tutela da Proteção Civil, explicou à agência Lusa que o fenómeno meteorológico, que não causou danos pessoais, aconteceu «por volta das 13:00», perto da localidade de Igrejinha, em direção a Azaruja (Évora).
«O que sei é que foi um fenómeno atmosférico fora do normal, que provocou estragos numa extensão de mais de três quilómetros e com mais de 200 metros de largura», adiantou.
Os ventos fortes, segundo o vereador, «apanharam pelo menos duas herdades», onde arrancaram mais de cem árvores, «sobretudo sobreiros e azinheiras de grande porte».
«Algumas das árvores foram arrancadas pela raiz e foram projetadas vários metros. Havia mesmo ramos projetados a dezenas de metros», acrescentou.
Além disso, disse, «duas ou três ovelhas também foram projetadas e sofreram ferimentos».
As rajadas de vento afetaram ainda um casão agrícola, arrancando «totalmente a cobertura de telha», e uma fábrica de descasque de nozes, em que «o portão ficou metido para dentro e parte da cobertura do telhado, em chapa, voou».
«E, por causa da queda das árvores, uma parte do alcatrão da estrada municipal que liga Igrejinha à Azaruja também sofreu danos», revelou o vereador.
Armando Oliveira explicou ainda que as autoridades foram alertadas para a situação «por uma pessoa que comunicou que havia muitos danos na via pública», tendo ainda uma mulher, residente num monte próximo, observado o fenómeno.
«Essa senhora diz que caía muita chuva e que viu uma espiral de vento, como se fosse um tornado. E que o fenómeno não durou mais de um minuto, no máximo», relatou.
Contactado pela Lusa, o Instituto de Meteorologia (IM) limitou-se a confirmar que, naquela zona alentejana, «passou ao início da tarde uma nuvem com grande desenvolvimento vertical, que poderá ter causado a ocorrência de fenómenos extremos».
http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/vento-mau-tempo-arvores-arraiolos-ultimas-noticias-tvi24/1386976-4071.html - 2012/10/25
Armando Oliveira, vereador da Câmara de Arraiolos com a tutela da Proteção Civil, explicou à agência Lusa que o fenómeno meteorológico, que não causou danos pessoais, aconteceu «por volta das 13:00», perto da localidade de Igrejinha, em direção a Azaruja (Évora).
«O que sei é que foi um fenómeno atmosférico fora do normal, que provocou estragos numa extensão de mais de três quilómetros e com mais de 200 metros de largura», adiantou.
Os ventos fortes, segundo o vereador, «apanharam pelo menos duas herdades», onde arrancaram mais de cem árvores, «sobretudo sobreiros e azinheiras de grande porte».
«Algumas das árvores foram arrancadas pela raiz e foram projetadas vários metros. Havia mesmo ramos projetados a dezenas de metros», acrescentou.
Além disso, disse, «duas ou três ovelhas também foram projetadas e sofreram ferimentos».
As rajadas de vento afetaram ainda um casão agrícola, arrancando «totalmente a cobertura de telha», e uma fábrica de descasque de nozes, em que «o portão ficou metido para dentro e parte da cobertura do telhado, em chapa, voou».
«E, por causa da queda das árvores, uma parte do alcatrão da estrada municipal que liga Igrejinha à Azaruja também sofreu danos», revelou o vereador.
Armando Oliveira explicou ainda que as autoridades foram alertadas para a situação «por uma pessoa que comunicou que havia muitos danos na via pública», tendo ainda uma mulher, residente num monte próximo, observado o fenómeno.
«Essa senhora diz que caía muita chuva e que viu uma espiral de vento, como se fosse um tornado. E que o fenómeno não durou mais de um minuto, no máximo», relatou.
Contactado pela Lusa, o Instituto de Meteorologia (IM) limitou-se a confirmar que, naquela zona alentejana, «passou ao início da tarde uma nuvem com grande desenvolvimento vertical, que poderá ter causado a ocorrência de fenómenos extremos».
http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/vento-mau-tempo-arvores-arraiolos-ultimas-noticias-tvi24/1386976-4071.html - 2012/10/25
Bibliografia
Os “artigos” que constam neste blog, na sua maioria, foram feitos com consulta bibliográfica, consulta em site, panfletos, etc. Se alguém estiver interessado em saber qual a bibliografia consultada em algum “artigo” envie uma mensagem para o e-mail arraiolosbranquinha@gmail.com que enviarei a bibliografia consultada.
ERMIDA DE SANTO ESTÊVÃO
A antiga capela já existente no ano de 1534, sofreu profundas modificação arquitetónicas na 2ª metade do séc. XVII.
Nos alvores de setecentos, devido à profunda devoção de uma imagem de Nª Sr.ª das Necessidades, oferecida ao templo, a respetiva confraria, que era abastada, conseguiu promover, com aparato, solenes festividades anuais, que se transformaram pouco a pouco a romaria em sítio de peregrinação regional e promoveu, no último quartel da centúria, volumosas transformações arquitetónicas.
Atualmente encontra-se em ruínas, como se pode ver nas fotos.
A silhueta exterior do edifício, ainda se pode ler numa chaminé a data de
1873. A ermida olha a ocidente, disposta com nártex de
três arcos, arcadas redondas e frontão triangular. Remates pinaculares,
populistas.
O interior da Ermida é de uma só nave, dispõe-se de planta retângular
com cobertura de meio canhão.
Coordenadas: 38º42´50.54´´N
8º03´29.49´´O
quarta-feira, outubro 24, 2012
IGREJA DE SÃO PEDRO
Igreja dedicada a São Pedro Apóstolo, a existente substituiu um primeiro
edifício gótico, é obra da última vintena do séc. XVI, fundada pelo arcebispo
de Évora D. Teotónio de Bragança, que absorveu, sem destruição integral a
abside manuelina. Já estava em construção no ano de 1586.
A frontaria axial, singela é limitada por pilares de granito, degraus de
pedra, com frontão quebrado e de insígnias de S. PEDRO – as chaves, esfera do
Mundo e a cruz, em obra de estuque relevado.
A nave, singular de planta retângula, coberta por tecto de meio canhão
com caixotões geométricos divididos em três tramos de arcos forneiros apoiados
em mísulas clássicas.
Coordenadas: 38º44´´30.14N
8º04´36´07´´O
FREGUESIA DE SÃO PEDRO DA GAFANHOEIRA
A freguesia de São Pedro da Gafanhoeira dista da sede de concelho 10 km e
ocupa uma área de cerca de 42,2 km, sendo a sexta freguesia mais pequena. Esta
é banhada pela ribeira de Vide e, da constituição da freguesia, fazem parte 28
herdades.
A povoação já existia no século XIII.
D. Dinis, em 1
de Fevereiro de 1290, fez de Pedro Carias povoador de Reguengo de Vide. Na
carta que lhe passou, ordenava que desse a terra a quarenta povoadores, muito
trabalhadores e somente homens do povo. Estes, por sua vez, teriam de as
cultivar, podendo estas passarem para os seus sucessores. A todos estes
trabalhadores, D. Dinis impôs foros e concedeu amplos privilégios.
Teve antiquíssima albergaria e hospital de lázaros, administrados por uma
confraria de caridade e socorros mútuos, de compromisso legal. A instituição,
muito degradada, foi ajudada, por provisão da Junta do Estado da Casa de
Bragança, de 17 de Janeiro de 1817 e foi incorporada no hospital da Vila de
Arraiolos, com posse em 20 de Abril do mesmo ano (Cartório do Hospital de
Arraiolos).
São Pedro da Gafanhoeira fez parte de diversas comarcas, até pertencer,
definitivamente, à de Arraiolos.
São Pedro é mais visitada na altura das Festas em Honra do seu padroeiro,
São Pedro. No entanto, os seus arredores escondem marcas dos seus antepassados
(neolítico) que, juntamente com a paisagem que os envolve, proporciona uma
agradável visita à freguesia.
Coordenadas da fonte: 38º42´56.46´´N
8º03´05.06´´O
Coordenadas da fonte: 38º42´56.46´´N
8º03´05.06´´O
quarta-feira, outubro 10, 2012
Exposição "Breve História do Chá"
38º43´23,90´´N
7º59´03,44´´O
13.ª Mostra Gastronómica
38º43´16.59´´N
7º59´11,3´´O
http://www.cm-arraiolos.pt/pt/conteudos/eventos/13a+Mostra+Gastronomica++Feira+do+Tapete+e+5o+Fes.htm - 2012/10/10
quinta-feira, setembro 06, 2012
quinta-feira, maio 31, 2012
sexta-feira, maio 25, 2012
Programa do "Tapete está na Rua 2012"
http://www.cm-arraiolos.pt/pt/conteudos/eventos/O+Tapete+esta+na+Rua+2012+-+Programa.htm - 2012-05-25
http://www.cm-arraiolos.pt/NR/rdonlyres/EF0A9F51-3259-4B00-86E4 6A451CA98A78/68648/Programatapetenarua2012.pdf - 2012-05-25
segunda-feira, maio 21, 2012
O Tapete está na Rua
“O Tapete está na Rua” tem como objectivo promover – salvaguardar, divulgar e dar a conhecer – os “saberes e saberes fazer”, que numa região, as gentes souberam ou puderam expressar, é mais valia necessária e indispensável a todo e qualquer processo de desenvolvimento integrado, seja qual o âmbito que circunscreve (local, regional, nacional).
“O Tapete está na Rua” é um evento é promovido pelo Município de Arraiolos e integra um vasto conjunto de actividades culturais, nomeadamente espectáculos, exposições, colóquios e debates, com especial destaque para a “Mostra de Tapetes de Arraiolos".
“O Tapete está na Rua” é um evento é promovido pelo Município de Arraiolos e integra um vasto conjunto de actividades culturais, nomeadamente espectáculos, exposições, colóquios e debates, com especial destaque para a “Mostra de Tapetes de Arraiolos".
Esta iniciativa pretende trazer para Arraiolos desenvolvimento sócio-económico e cultural através da mostra “Tapetes de Arraiolos” que se realiza no Centro Histórico da Vila, dando a conhecer o artesanato, a gastronomia e outros produtos locais.
Através de exposições e diversas actividades, este certame pretende salvaguardar, preservar e divulgar a qualidade e diversidade da identidade arraiolense e alentejana, valorizando o artesanato mais genuíno “O Tapete de Arraiolos” que tem transitado de geração em geração.
O Tapete está na Rua chama à Vila de Arraiolos todos os visitantes, para que lhes possa mostrar as potencialidades para o turismo de qualidade.
O Centro Histórico de Arraiolos abre, assim, as suas portas e dá a conhecer o que de melhor existe no concelho, destacando os mundialmente conhecidos Tapetes de Arraiolos.
Os largos e as ruas abrem-se em mostras e exposições que reflectem a diversidade cultural dos que o Alentejo viu nascer ou daqueles que encontraram nestas terras fonte de inspiração.
Nesta óptica, o projecto “O tapete está na Rua”, mais do que evento pontual de valorização e promoção das representações culturais locais, pretende afirmar-se como proposta de intervenção cultural abrangente, onde a componente “viabilização de um melhor e maior desenvolvimento sócio-económico” é elemento preocupante.
Os largos e as ruas abrem-se em mostras e exposições que reflectem a diversidade cultural dos que o Alentejo viu nascer ou daqueles que encontraram nestas terras fonte de inspiração.
Nesta óptica, o projecto “O tapete está na Rua”, mais do que evento pontual de valorização e promoção das representações culturais locais, pretende afirmar-se como proposta de intervenção cultural abrangente, onde a componente “viabilização de um melhor e maior desenvolvimento sócio-económico” é elemento preocupante.
Os tapetes de Arraiolos, têxteis bordados de qualidade são, de há séculos, imagem de marca a que a vila e o concelho são indissociáveis.
Arte antiga feita de muitos “saberes” e um mesmo “saber fazer” que artesãs exímias souberam construir.
quinta-feira, março 22, 2012
Associação de Perdigueiro Português
http://www.cm-arraiolos.pt/pt/conteudos/eventos/Associacao+do+Perdigueiro+Portugues+-+XXVIII+a+Mo.htm - 21-03-2012
terça-feira, janeiro 31, 2012
Milhares de peixes concentram-se, à superfície, na barragem do Divor em Arraiolos
Milhares de peixes, alguns mortos, têm-se acumulado nas últimas semanas, à superfície da água, junto ao paredão da barragem do Divor, no concelho de Arraiolos (Évora), estando as autoridades a investigar as causas do problema.
A maioria dos peixes "não está a morrer", mas "está à superfície", descreveu à Agência Lusa o vereador da Câmara de Arraiolos Francisco Fortio.
"Os peixes estão todos amontoados, à superfície, com a boca fora de água. Mas o certo é que, se os tentarmos apanhar, fogem", acrescentou.
Escusando-se a avançar uma explicação para o "fenómeno", o autarca fez questão, contudo, de realçar que a água da barragem não serve para abastecimento público das populações.
A situação foi detetada há cerca de três semanas pela Associação dos Regantes e Beneficiários do Divor, adiantou o autarca, referindo que já foram informados o Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) da GNR e a Administração da Região Hidrográfica (ARH) do Tejo.
Fonte da GNR confirmou à Lusa que o SEPNA está a acompanhar o "problema" e detetou "algumas centenas de peixes mortos, sobretudo carpas e pimpões", tendo alertado "há cerca de oito dias" as entidades competentes sobre a matéria.
A Lusa constatou no local que uma grande quantidade de peixes, sobretudo carpas e pimpões, está concentrada na zona do descarregador da barragem.
O vereador da Câmara de Arraiolos disse que "o veterinário municipal tem feito o acompanhamento quase diário do problema" e que o município está a aguardar indicações das autoridades.
A Lusa contactou a ARH do Tejo, mas não obteve quaisquer esclarecimentos.
http://sicnoticias.sapo.pt/vida/2012/01/31/milhares-de-peixes-concentram-se-a-superficie-na-barragem-do-divor-em-arraiolos - 2011/01/31
"Os peixes estão todos amontoados, à superfície, com a boca fora de água. Mas o certo é que, se os tentarmos apanhar, fogem", acrescentou.
Escusando-se a avançar uma explicação para o "fenómeno", o autarca fez questão, contudo, de realçar que a água da barragem não serve para abastecimento público das populações.
A situação foi detetada há cerca de três semanas pela Associação dos Regantes e Beneficiários do Divor, adiantou o autarca, referindo que já foram informados o Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) da GNR e a Administração da Região Hidrográfica (ARH) do Tejo.
Fonte da GNR confirmou à Lusa que o SEPNA está a acompanhar o "problema" e detetou "algumas centenas de peixes mortos, sobretudo carpas e pimpões", tendo alertado "há cerca de oito dias" as entidades competentes sobre a matéria.
A Lusa constatou no local que uma grande quantidade de peixes, sobretudo carpas e pimpões, está concentrada na zona do descarregador da barragem.
O vereador da Câmara de Arraiolos disse que "o veterinário municipal tem feito o acompanhamento quase diário do problema" e que o município está a aguardar indicações das autoridades.
A Lusa contactou a ARH do Tejo, mas não obteve quaisquer esclarecimentos.
http://sicnoticias.sapo.pt/vida/2012/01/31/milhares-de-peixes-concentram-se-a-superficie-na-barragem-do-divor-em-arraiolos - 2011/01/31
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