quinta-feira, março 22, 2012
Associação de Perdigueiro Português
http://www.cm-arraiolos.pt/pt/conteudos/eventos/Associacao+do+Perdigueiro+Portugues+-+XXVIII+a+Mo.htm - 21-03-2012
terça-feira, janeiro 31, 2012
Milhares de peixes concentram-se, à superfície, na barragem do Divor em Arraiolos
Milhares de peixes, alguns mortos, têm-se acumulado nas últimas semanas, à superfície da água, junto ao paredão da barragem do Divor, no concelho de Arraiolos (Évora), estando as autoridades a investigar as causas do problema.
A maioria dos peixes "não está a morrer", mas "está à superfície", descreveu à Agência Lusa o vereador da Câmara de Arraiolos Francisco Fortio.
"Os peixes estão todos amontoados, à superfície, com a boca fora de água. Mas o certo é que, se os tentarmos apanhar, fogem", acrescentou.
Escusando-se a avançar uma explicação para o "fenómeno", o autarca fez questão, contudo, de realçar que a água da barragem não serve para abastecimento público das populações.
A situação foi detetada há cerca de três semanas pela Associação dos Regantes e Beneficiários do Divor, adiantou o autarca, referindo que já foram informados o Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) da GNR e a Administração da Região Hidrográfica (ARH) do Tejo.
Fonte da GNR confirmou à Lusa que o SEPNA está a acompanhar o "problema" e detetou "algumas centenas de peixes mortos, sobretudo carpas e pimpões", tendo alertado "há cerca de oito dias" as entidades competentes sobre a matéria.
A Lusa constatou no local que uma grande quantidade de peixes, sobretudo carpas e pimpões, está concentrada na zona do descarregador da barragem.
O vereador da Câmara de Arraiolos disse que "o veterinário municipal tem feito o acompanhamento quase diário do problema" e que o município está a aguardar indicações das autoridades.
A Lusa contactou a ARH do Tejo, mas não obteve quaisquer esclarecimentos.
http://sicnoticias.sapo.pt/vida/2012/01/31/milhares-de-peixes-concentram-se-a-superficie-na-barragem-do-divor-em-arraiolos - 2011/01/31
"Os peixes estão todos amontoados, à superfície, com a boca fora de água. Mas o certo é que, se os tentarmos apanhar, fogem", acrescentou.
Escusando-se a avançar uma explicação para o "fenómeno", o autarca fez questão, contudo, de realçar que a água da barragem não serve para abastecimento público das populações.
A situação foi detetada há cerca de três semanas pela Associação dos Regantes e Beneficiários do Divor, adiantou o autarca, referindo que já foram informados o Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) da GNR e a Administração da Região Hidrográfica (ARH) do Tejo.
Fonte da GNR confirmou à Lusa que o SEPNA está a acompanhar o "problema" e detetou "algumas centenas de peixes mortos, sobretudo carpas e pimpões", tendo alertado "há cerca de oito dias" as entidades competentes sobre a matéria.
A Lusa constatou no local que uma grande quantidade de peixes, sobretudo carpas e pimpões, está concentrada na zona do descarregador da barragem.
O vereador da Câmara de Arraiolos disse que "o veterinário municipal tem feito o acompanhamento quase diário do problema" e que o município está a aguardar indicações das autoridades.
A Lusa contactou a ARH do Tejo, mas não obteve quaisquer esclarecimentos.
http://sicnoticias.sapo.pt/vida/2012/01/31/milhares-de-peixes-concentram-se-a-superficie-na-barragem-do-divor-em-arraiolos - 2011/01/31
segunda-feira, janeiro 30, 2012
Ex-jornalista "teceu" uma nova vida com lã de Arraiolos
O antigo jornalista João Bruno Videira “esqueceu” as notícias e escolheu “tecer” a vida como artesão e designer. Perto de Évora, inova na aplicação da lã de Arraiolos em peças de mobiliário que já vende pelo mundo fora.
“Através de clientes particulares, há peças em bastantes sítios”, conta à agência Lusa, indicando os Estados Unidos, Brasil, França, Itália, Inglaterra, Alemanha, Holanda, Bélgica e até os Emirados Árabes Unidos.
O seu atelier funciona na casa, junto à Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Graça do Divor, à entrada da pequena aldeia do mesmo nome, perto de Évora.
É aí, rodeado pela tranquilidade do campo, apenas perturbada pela ocasional celebração religiosa na vizinha igreja, que decorre esta aventura e para a qual João Bruno criou a marca “Água de Prata”.
O nome escolhido para “assinar” as peças advém do facto de, a curta distância, se situar a nascente da Água de Prata, que antigamente abastecia o aqueduto de Évora.
E a escolha da lã de Arraiolos, que aplica ao mobiliário que restaura e às estruturas de madeira que desenha e manda construir, surgiu de forma casual.
“Adaptei a uma peça de mobiliário, uma cadeira, um novo material, a lã de Arraiolos, até então de uso exclusivo da tapeçaria tradicional”, conta, recordando a primeira criação, cujo velho assento de buinho entrelaçado foi substituído por outra “teia”, formada de lã.
A partir daí, até porque estava “desiludido com o jornalismo”, João Bruno atirou as notícias para o passado e “abraçou” o artesanato: “No instante em que fiz a primeira peça, percebi que tinha um potencial em mãos”.
Das suas mãos começaram a “nascer” cadeiras, mesas, bancos, painéis de parede, que também podem ser cabeceiras de cama, e “puffs” feitos a partir do reaproveitamento de pneus e do desperdício de lã e materiais recicláveis.
No centro de tudo, num infindável jogo de cores, que pode ser personalizado à medida dos “gostos de cada pessoa”, está a lã de Arraiolos. Esta é uma “matéria-prima natural, cem por cento ecológica”, e que tem na forma como é fiada um dos seus pontos fortes.
“É um material completamente resistente”, que permite ser adaptado aos assentos, encostos e tampos do mobiliário da “Água de Prata” e que confere “resultados fantásticos”, diz João Bruno.
Os clientes têm sido conquistados, assim como os arquitetos de interiores, com quem colabora em encomendas específicas para casas, restaurantes ou pequenas unidades de turismo rural.
“A lã, sendo um material quente, uma matéria-prima natural, provoca uma sensação agradável nas pessoas. Portanto, automaticamente, as pessoas reagem positivamente a ela”, afiança.
A comunicação social, mundo a que antigamente João Bruno pertencia, tem acompanhado o seu trabalho e até “apareceu”, recentemente, na revista norte-americana Wallpaper. Atenção que, assegura, não o leva a sentir-se tentado em regressar à profissão de “tecelão” de notícias.
http://noticias.sapo.pt/nacional/artigo/ex-jornalista-teceu-uma-nova-vid_2393.html 2011/01/30
“Através de clientes particulares, há peças em bastantes sítios”, conta à agência Lusa, indicando os Estados Unidos, Brasil, França, Itália, Inglaterra, Alemanha, Holanda, Bélgica e até os Emirados Árabes Unidos.
O seu atelier funciona na casa, junto à Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Graça do Divor, à entrada da pequena aldeia do mesmo nome, perto de Évora.
É aí, rodeado pela tranquilidade do campo, apenas perturbada pela ocasional celebração religiosa na vizinha igreja, que decorre esta aventura e para a qual João Bruno criou a marca “Água de Prata”.
O nome escolhido para “assinar” as peças advém do facto de, a curta distância, se situar a nascente da Água de Prata, que antigamente abastecia o aqueduto de Évora.
E a escolha da lã de Arraiolos, que aplica ao mobiliário que restaura e às estruturas de madeira que desenha e manda construir, surgiu de forma casual.
“Adaptei a uma peça de mobiliário, uma cadeira, um novo material, a lã de Arraiolos, até então de uso exclusivo da tapeçaria tradicional”, conta, recordando a primeira criação, cujo velho assento de buinho entrelaçado foi substituído por outra “teia”, formada de lã.
A partir daí, até porque estava “desiludido com o jornalismo”, João Bruno atirou as notícias para o passado e “abraçou” o artesanato: “No instante em que fiz a primeira peça, percebi que tinha um potencial em mãos”.
Das suas mãos começaram a “nascer” cadeiras, mesas, bancos, painéis de parede, que também podem ser cabeceiras de cama, e “puffs” feitos a partir do reaproveitamento de pneus e do desperdício de lã e materiais recicláveis.
“É um material completamente resistente”, que permite ser adaptado aos assentos, encostos e tampos do mobiliário da “Água de Prata” e que confere “resultados fantásticos”, diz João Bruno.
Os clientes têm sido conquistados, assim como os arquitetos de interiores, com quem colabora em encomendas específicas para casas, restaurantes ou pequenas unidades de turismo rural.
“A lã, sendo um material quente, uma matéria-prima natural, provoca uma sensação agradável nas pessoas. Portanto, automaticamente, as pessoas reagem positivamente a ela”, afiança.
A comunicação social, mundo a que antigamente João Bruno pertencia, tem acompanhado o seu trabalho e até “apareceu”, recentemente, na revista norte-americana Wallpaper. Atenção que, assegura, não o leva a sentir-se tentado em regressar à profissão de “tecelão” de notícias.
http://noticias.sapo.pt/nacional/artigo/ex-jornalista-teceu-uma-nova-vid_2393.html 2011/01/30
sexta-feira, janeiro 06, 2012
sexta-feira, dezembro 30, 2011
quarta-feira, dezembro 28, 2011
quarta-feira, dezembro 21, 2011
Pémio Internacional - Iluminação do Centro Histórico de Arraiolos
Prémio Auroralia – organizado em conjunto pela LUCI e pela Schréder – que premeia as melhores iniciativas em termos de iluminação urbana sustentável, teve na sua edição de 2011, dezanove nomeações, de diversos países,nomeadamente, da Escócia, Colômbia, Itália, Polónia, Croácia, Hungria, Grã-Bretanha, Ucrânia, Áustria, Bélgica, Japão, Índia, México, Alemanha e Espanha.
O júri independente composto por representantes da imprensa especializada escolheu atribuir os prémios a Arraiolos (Portugal), Nivelles (Bélgica) e St Helens (Reino Unido) assim como uma menção especial a Remchingen (Alemanha).
O prémio é atribuído de acordo com critérios definidos em função da minimização do impacto ambiental do projecto – nomeadamente quantificado pela redução das emissões de CO2 – pela sua inserção no seio de um plano mais vasto, a sua pertinência sócio-económica, a sua dimensão educativa e a sua originalidade.
A iluminação urbana no centro histórico integra-se no projecto de salvaguarda, valorização e requalificação de Arraiolos, promovido pela Câmara Municipal de Arraiolos, sendo que esta nova iluminação, com a mais moderna tecnologia de LED, associada a um sistema de telegestão representa uma mais valia na eficiência energética do nosso concelho.
sábado, outubro 15, 2011
terça-feira, setembro 27, 2011
Mostra Gastronomica 2011
A gastronomia arraiolense e alentejana, com qualidade reconhecida e abrangente nas várias vertentes – pratos típicos e doces conventuais - fortemente marcada pela influência Mediterrânica, onde o azeite, o pão e o vinho são ingredientes quase omnipresentes, tem nesta iniciativa da Câmara Municipal de Arraiolos um importante veículo de dinamização.A iniciativa decorre no Arraiolos Multiusos e integra ainda o Festival da Empada e a Feira do Tapete de Arraiolos.
ERMIDA DE SÃO GENS
Situada em courelas de Eduardo Queiroga a vila 3 km da vila do Vimieiro, a ela chagando-se facilmente pela EN n.º 4 (troço Arraiolos - Vimieiro).
A data da sua fundação não é conhecida, contudo pelas características construtivas parece recuar ao século XVII.
A mesma encontra-se em ruínas, com se pode ver na foto.
Edificada num sítio altivo, pode-se desfrutar de toda a paisagem envolvente.
A Ermida tem planta quadrangular, de alvenaria, com singelo portal em granito, telhado de linhas radiadas.
Segundo o mesmo autor, o seu interior era branco, contudo ainda notório, alguns vestígios de escaiolas coloridas, sobretudo nas pilastras do altar. Este é composto por três altares.
38º48´53.43´´N
7º51´30.35´´O
Palácio dos Condes de Vimieiro
Era o palácio dos condes de Vimieiro, antiga pousada no século XVI, actualmente ocupado pela Santa Casa da Misericórdia do Vimieiro, com designação de Imóvel de Interesse Municipal.
No já referido jardim, existe uma Fonte – obelisco. Foi dedicada à 4ª Condessa de Vimieiro, D. Teresa Josefa de Melo Breyner.
A fonte é constituída por uma grande taça de mármore, levantando-se ao centro sobre uma base de basalto um pedestral quadrangular ornado de quatro carrancas, que sustenta uma pirâmide quadrada de nove metros de altura, de mármore, tendo no vértice uma pinha. Os baixos-relevos da base da pirâmide são alusivos às Artes, Letras e Ciências séc. XVIII.
O Palácio tinha belos jardins, enaltecidos pela Poesia e pela literatura setecentista, onde existiam bosquetes, áleas de canteiros de flores variadas e escolhidas, buxos, escadas caprichosa, uma urna piriforme, com ornatos adosselados, dedicada as Luís de Camões.
7º50´18.03´´O
38º9´5´8.30´´N
7º50´16.42´´O
38º49´56.08´´N
7º50´14.77´´O
No século XVI, D. Sancho de Faro e Sousa, marechal de campo e governador militar de Estremoz efectuou obras de ampliação, onde passou a viver com sua esposa, a ilustre poetisa Teresa de Melo Breyner.
Edifício de dois corpos de planta rectangular, de dois pisos, um terraço e um jardim. Os alçados principais são compostos por janelas de sacada e de peito, marmoreado.
Na varanda existe um relógio-da-sol, de mármore branco, cúbico, datado de 1725.
No já referido jardim, existe uma Fonte – obelisco. Foi dedicada à 4ª Condessa de Vimieiro, D. Teresa Josefa de Melo Breyner.
A fonte é constituída por uma grande taça de mármore, levantando-se ao centro sobre uma base de basalto um pedestral quadrangular ornado de quatro carrancas, que sustenta uma pirâmide quadrada de nove metros de altura, de mármore, tendo no vértice uma pinha. Os baixos-relevos da base da pirâmide são alusivos às Artes, Letras e Ciências séc. XVIII.
O Palácio tinha belos jardins, enaltecidos pela Poesia e pela literatura setecentista, onde existiam bosquetes, áleas de canteiros de flores variadas e escolhidas, buxos, escadas caprichosa, uma urna piriforme, com ornatos adosselados, dedicada as Luís de Camões.
30º50´00.10´´N
domingo, setembro 18, 2011
quarta-feira, setembro 07, 2011
quarta-feira, julho 20, 2011
Feira do Vimieiro 2011
Nos próximos dia 6, 7 e 8 de Agosto realiza-se mais uma edição da Feira do Vimieiro no Parque Urbano da vila.
Durante estes dias, realizar-se-ão diferentes actividades desportivas. Realço o passeio de Pasteleiras dia 6, com concentração prevista junto à Junta de Freguesia do Vimieiro.
Relativamente a espectáculos o nome mais sonante é o Emanuel dia 7.
Para mais informações consultar o site oficial da respectiva junta http://freguesiavimieiro.com/paginas/inicio/inicio.htm
quinta-feira, junho 30, 2011
Feira de São Boaventura 2011
A tradicional e secular feira franca, designada Feira S. Boaventura, à qual se junta a 14ª Mostra de Actividades Económicas do Concelho de Arraiolos.
No Arraiolos Multiusos estarão representadas actividades tão diversas como o são, entre outras, a metalomecanica; a serralharia civil; materiais de construção civil; comércio alimentar; material eléctrico; mobiliário; panificação, enchidos, queijos e outros produtos locais e artesanais.
No Arraiolos Multiusos estarão representadas actividades tão diversas como o são, entre outras, a metalomecanica; a serralharia civil; materiais de construção civil; comércio alimentar; material eléctrico; mobiliário; panificação, enchidos, queijos e outros produtos locais e artesanais.
quarta-feira, maio 25, 2011
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