quarta-feira, setembro 19, 2007
terça-feira, setembro 11, 2007
quinta-feira, julho 26, 2007
Lutra lutra

A Lontra Lutra lutra é um carnívoro pertencente à família Mustelidae e à subfamília Lutrinae.
Está inserida na Lista dos Mamíferos Raros e Ameaçados do Conselho da Europa, no Anexo II da Convenção de Berna e no Anexo I da Convenção de CITES.
Os principais factores de ameaça à espécie são: a deterioração dos habitats aquáticos e do meio circundante; a caça ilegal; a perturbação pelo homem; a mortalidade acidental, como afogamentos em redes de pesca e atropelamentos.
É uma espécie essencialmente piscívora. Fazem ainda parte da sua dieta artrópodes, répteis, micromamíferos e aves. A diversidade de presas consumidas aumenta no Outono e no Inverno. Revela também o seu carácter oportunista ao consumir espécies exóticas.
Esta foi vista na barragem do Divor, na freguesia da Igrejinha.
Está inserida na Lista dos Mamíferos Raros e Ameaçados do Conselho da Europa, no Anexo II da Convenção de Berna e no Anexo I da Convenção de CITES.
Os principais factores de ameaça à espécie são: a deterioração dos habitats aquáticos e do meio circundante; a caça ilegal; a perturbação pelo homem; a mortalidade acidental, como afogamentos em redes de pesca e atropelamentos.
É uma espécie essencialmente piscívora. Fazem ainda parte da sua dieta artrópodes, répteis, micromamíferos e aves. A diversidade de presas consumidas aumenta no Outono e no Inverno. Revela também o seu carácter oportunista ao consumir espécies exóticas.
Esta foi vista na barragem do Divor, na freguesia da Igrejinha.
sábado, julho 21, 2007
Bibliografia
Os “artigos” que constam neste blog, na sua maioria, foram feitos com consulta bibliográfica, consulta em site, panfletos, etc.
Se alguém estiver interessado em saber qual a bibliografia consultada em alguma “artigo” envie uma mensagem para o e-mail arraiolosbranquinha@gmail.com que enviarei a bibliografia consultada.
Se alguém estiver interessado em saber qual a bibliografia consultada em alguma “artigo” envie uma mensagem para o e-mail arraiolosbranquinha@gmail.com que enviarei a bibliografia consultada.
segunda-feira, julho 16, 2007
terça-feira, julho 03, 2007
Ermida de Santo António
Não se conhece ao certo a data da sua construção, mas já existia em 1708. Situada a 1 km da vila, num sitio ermo, de onde se pode ver uma bonita paisagem, de onde se consegue ver a vila do Vimieiro.
Esta é de planta circular, estando a sua fechadura ao mesmo nível do castelo de Évoramonte.
A porta é de mármore branco, com moldura de ângulos saídos, do estilo rococó.
Em frente, no terreiro público das romarias, existe um cruzeiro, peça de granito, da ordem dórica. Assenta em três degraus e de capitel marmoreado cronografado de 1722.
As cúpulas interiores são de meia laranja caiadas de branco. Na nave, vêem-se apenas o púlpito, semicircular, de alvenaria, colocado na boca do edifício.
O presbitério, mais elevado e de distribuição pavimentar no estilo clássico e de distribuição pavimentar no sistema clássico, axadrezado, com placas de mármore.
Esta é de planta circular, estando a sua fechadura ao mesmo nível do castelo de Évoramonte.
A porta é de mármore branco, com moldura de ângulos saídos, do estilo rococó.
Em frente, no terreiro público das romarias, existe um cruzeiro, peça de granito, da ordem dórica. Assenta em três degraus e de capitel marmoreado cronografado de 1722.
As cúpulas interiores são de meia laranja caiadas de branco. Na nave, vêem-se apenas o púlpito, semicircular, de alvenaria, colocado na boca do edifício.
O presbitério, mais elevado e de distribuição pavimentar no estilo clássico e de distribuição pavimentar no sistema clássico, axadrezado, com placas de mármore.
Pode encontra esta ermida seguindo as seguintes coordenadas: 30º50´13.75´´N
7º50´49.38´´O
Feira de São Boaventura
No próximo fim-de-semana, ou seja dia 6, 7 e 8 de Julho, realiza-se em Arraiolos mais uma edição da “Feira de São Boaventura”.
Nesta iniciativa, a Câmara Municipal organiza um conjunto de actividades, que passa pela mostra das actividades económicas do Concelho, actividades culturais como espectáculos musicais, folclóricos, animação de rua; actividades desportivas como o atletismo. A alguns anos tem vindo a ser recuperada pelos Bombeiros Voluntários de Arraiolos, um tradição a alguns anos perdida. Nos domingos de feira realiza-se um espectáculo tauromáquico.
Relacionada com a feira desenvolvem-se algumas actividades desportivas de competição, são elas: Malha, Pesca Desportiva, Tiro aos Pratos, organizados com o Clube de Malha de Arraiolos, Clube de Pesca Desportiva de Arraiolos e Clube Desportivo de Caçadores de Arraiolos, respectivamente.
Nesta iniciativa, a Câmara Municipal organiza um conjunto de actividades, que passa pela mostra das actividades económicas do Concelho, actividades culturais como espectáculos musicais, folclóricos, animação de rua; actividades desportivas como o atletismo. A alguns anos tem vindo a ser recuperada pelos Bombeiros Voluntários de Arraiolos, um tradição a alguns anos perdida. Nos domingos de feira realiza-se um espectáculo tauromáquico.
Relacionada com a feira desenvolvem-se algumas actividades desportivas de competição, são elas: Malha, Pesca Desportiva, Tiro aos Pratos, organizados com o Clube de Malha de Arraiolos, Clube de Pesca Desportiva de Arraiolos e Clube Desportivo de Caçadores de Arraiolos, respectivamente.
terça-feira, maio 29, 2007
O Tapete Está na Rua
O Tapete Está na Rua é uma iniciativa que acontece há cerca de quatro anos, esta tem como objectivo divulgação do tapete. Esta iniciativa decorre no espaço de uma semana, onde para além de existirem, como o próprio nome da iniciativa sugere, tapetes nas principais ruas da vila (estendidos no chão ou pendurados em janela), durante esta semana existe diversas iniciativas de carácter cultural, como espectáculos música, exposições, teatro, etc. Este ano não é excepção. A iniciativa tem inicio no dia 1 de Junho e estende-se até dia 10. O programa deste ano está disponível em: http://www.cm-arraiolos.pt/pt/conteudos/o+concelho/Tapete+de+Arraiolos/O++Tapete+esta+na+Rua07.htm
sexta-feira, abril 20, 2007
terça-feira, abril 17, 2007
quinta-feira, março 29, 2007
Templo Romano
Situa-se na aldeia de Santana do Campo.
Templo construído na época romana, séc. II/II d.C.
Os vestígios arqueológicos encontram-se classificados como Monumento Nacional pelo Decreto 16/6/1910.
Elementos arquitectónicos de um templo romano, integrado na actual Igreja de Santana do Campo e em diversas construções anexas, incluindo o muro Sul do cemitério, adoçado à Igreja. Deste local são provenientes duas inscrições, hoje perdidas, que referem a divindade indígena “Carneus Calantiensis”.
Enquanto templo romano, o mesmo é datado de 1715, esta é apontada no dintel do pórtico, correspondente a reforma integral da fachada e interior.
Edifício de planta rectangular centralizada, composta pela articulação horizontal de nave e abside, com cobertura homogénea de telhado de duas águas para os dois elementos, que de resto se articulam em continuidade plena. Fechada principalmente virada a O., rasgada pelo vão do pórtico de cantaria granítica enquadriada, com o litel datado de 1715, sobre o qual o parâmetro cego é ornamentado com tabela ovalada de estuque, com a data de 1884; remate triangular definido pelo pendente dos beirais. As fachadas N., S. e E. são marcadas por sequências de gigantescos pilares graníticos de silharia almofadada, com secção quadrada, que parece reforçar e ornamentar os paramentros de imponente construção romana, que devem andar embebidos no revestimento de alvenaria do tempo cristão.
Templo construído na época romana, séc. II/II d.C.
Os vestígios arqueológicos encontram-se classificados como Monumento Nacional pelo Decreto 16/6/1910.
Elementos arquitectónicos de um templo romano, integrado na actual Igreja de Santana do Campo e em diversas construções anexas, incluindo o muro Sul do cemitério, adoçado à Igreja. Deste local são provenientes duas inscrições, hoje perdidas, que referem a divindade indígena “Carneus Calantiensis”.
Enquanto templo romano, o mesmo é datado de 1715, esta é apontada no dintel do pórtico, correspondente a reforma integral da fachada e interior.
Edifício de planta rectangular centralizada, composta pela articulação horizontal de nave e abside, com cobertura homogénea de telhado de duas águas para os dois elementos, que de resto se articulam em continuidade plena. Fechada principalmente virada a O., rasgada pelo vão do pórtico de cantaria granítica enquadriada, com o litel datado de 1715, sobre o qual o parâmetro cego é ornamentado com tabela ovalada de estuque, com a data de 1884; remate triangular definido pelo pendente dos beirais. As fachadas N., S. e E. são marcadas por sequências de gigantescos pilares graníticos de silharia almofadada, com secção quadrada, que parece reforçar e ornamentar os paramentros de imponente construção romana, que devem andar embebidos no revestimento de alvenaria do tempo cristão.
Segundo o Google Earth as coordenadas são as seguintes: 38º46´02.81´´N
8º02´00.15´´O
Convento dos Lóios – Pousada de Nossa Senhora da Assunção
Isolado no Vale das Flores, muito perto do limite da vila, num lugar onde a paz e o isolamento é permanente, situa-se esta pousada.
Outrora, fora um convento, que pertencia à Ordem de Santo Elói.
A época da sua construção remonta ao século XI.
O seu arquitecto foi Rodrigues Anes, o seu construtor João da Silva e João Marques o autor (autor do pórtico da frontaria do templo).
Segundo o mesmo autor, a combinação de estilos, confere-lhe uma certa singularidade, os elementos são góticos – manuelinos – renascentistas e do barroco filipino.
O convento é um edifício de planta irregular, composta por igreja de planta rectangular. Pousada conventual com planta quadrada disposta em torno do claustro.
A igreja, composta de nave, cruzeiro e abside, telhado de duas águas para a nave abside e de terraço para os braços do cruzeiro. Imponente torre sineira. A salientar o conjunto de azulejos existentes no seu interior, os mesmos são de um mestre espanhol Gabriel del Barco – século XVIII, também a beleza dos seus claustros.
No Convento dos Lóios existia uma tradição popular que se fundamentava numa manda testamental; contudo Cunha Rivara tentou certificar-se da mesma, no cartório do convento, porém, não conseguiu encontrar nada que confirmasse a tradição.
Segundo o autor, a festividade principal do convento era a 15 de Agosto, dia da Assunção, oráculo do convento. Nesse dia, durante a tarde, todo o povo se deslocava da vila para o convento, as pessoas iam passear para o vale, depois de visitarem a Igreja, ninguém deixava de beber uma taça de água na fonte de Nossa Senhora e a colher um ramo de murta de uma antiga árvore que se encontrava junto da fonte.
Era costume antiquíssimo lançar da varanda ao povo, pedaços de um grosseiro bolo de farinha a que, pela invariável forma circular se dava vulgarmente o nome de rosca. Corria o povo a apanhar o bolo e, quando curvados sobre a terra disputavam uns aos outros a presa, lançavam de cima os padres sobre o contendentes grandes bacias de água; e tanto maior era o contentamento dos espectadores, quanto mais ensopados saiam da luta os gulosos.
Segundo o mesmo, dez ou doze anos antes da cessação do convento, foi pelos padres, substituída por esmolas de pão, dadas à porta dos pobres, porém, os mesmos não gostaram muito da medida, pois gostavam de se arriscar a molhadela em troca de um pedaço de bolo enlameado.
Em 1980 é comprada pelo estado, em 1985 são feitas obras de adaptação a Pousada segundo projecto do Arquitecto José Paulo dos Santos.
Outrora, fora um convento, que pertencia à Ordem de Santo Elói.
A época da sua construção remonta ao século XI.
O seu arquitecto foi Rodrigues Anes, o seu construtor João da Silva e João Marques o autor (autor do pórtico da frontaria do templo).
Segundo o mesmo autor, a combinação de estilos, confere-lhe uma certa singularidade, os elementos são góticos – manuelinos – renascentistas e do barroco filipino.
O convento é um edifício de planta irregular, composta por igreja de planta rectangular. Pousada conventual com planta quadrada disposta em torno do claustro.
A igreja, composta de nave, cruzeiro e abside, telhado de duas águas para a nave abside e de terraço para os braços do cruzeiro. Imponente torre sineira. A salientar o conjunto de azulejos existentes no seu interior, os mesmos são de um mestre espanhol Gabriel del Barco – século XVIII, também a beleza dos seus claustros.
No Convento dos Lóios existia uma tradição popular que se fundamentava numa manda testamental; contudo Cunha Rivara tentou certificar-se da mesma, no cartório do convento, porém, não conseguiu encontrar nada que confirmasse a tradição.
Segundo o autor, a festividade principal do convento era a 15 de Agosto, dia da Assunção, oráculo do convento. Nesse dia, durante a tarde, todo o povo se deslocava da vila para o convento, as pessoas iam passear para o vale, depois de visitarem a Igreja, ninguém deixava de beber uma taça de água na fonte de Nossa Senhora e a colher um ramo de murta de uma antiga árvore que se encontrava junto da fonte.
Era costume antiquíssimo lançar da varanda ao povo, pedaços de um grosseiro bolo de farinha a que, pela invariável forma circular se dava vulgarmente o nome de rosca. Corria o povo a apanhar o bolo e, quando curvados sobre a terra disputavam uns aos outros a presa, lançavam de cima os padres sobre o contendentes grandes bacias de água; e tanto maior era o contentamento dos espectadores, quanto mais ensopados saiam da luta os gulosos.
Segundo o mesmo, dez ou doze anos antes da cessação do convento, foi pelos padres, substituída por esmolas de pão, dadas à porta dos pobres, porém, os mesmos não gostaram muito da medida, pois gostavam de se arriscar a molhadela em troca de um pedaço de bolo enlameado.
Em 1980 é comprada pelo estado, em 1985 são feitas obras de adaptação a Pousada segundo projecto do Arquitecto José Paulo dos Santos.
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