terça-feira, setembro 11, 2007
quinta-feira, julho 26, 2007
Lutra lutra

A Lontra Lutra lutra é um carnívoro pertencente à família Mustelidae e à subfamília Lutrinae.
Está inserida na Lista dos Mamíferos Raros e Ameaçados do Conselho da Europa, no Anexo II da Convenção de Berna e no Anexo I da Convenção de CITES.
Os principais factores de ameaça à espécie são: a deterioração dos habitats aquáticos e do meio circundante; a caça ilegal; a perturbação pelo homem; a mortalidade acidental, como afogamentos em redes de pesca e atropelamentos.
É uma espécie essencialmente piscívora. Fazem ainda parte da sua dieta artrópodes, répteis, micromamíferos e aves. A diversidade de presas consumidas aumenta no Outono e no Inverno. Revela também o seu carácter oportunista ao consumir espécies exóticas.
Esta foi vista na barragem do Divor, na freguesia da Igrejinha.
Está inserida na Lista dos Mamíferos Raros e Ameaçados do Conselho da Europa, no Anexo II da Convenção de Berna e no Anexo I da Convenção de CITES.
Os principais factores de ameaça à espécie são: a deterioração dos habitats aquáticos e do meio circundante; a caça ilegal; a perturbação pelo homem; a mortalidade acidental, como afogamentos em redes de pesca e atropelamentos.
É uma espécie essencialmente piscívora. Fazem ainda parte da sua dieta artrópodes, répteis, micromamíferos e aves. A diversidade de presas consumidas aumenta no Outono e no Inverno. Revela também o seu carácter oportunista ao consumir espécies exóticas.
Esta foi vista na barragem do Divor, na freguesia da Igrejinha.
sábado, julho 21, 2007
Bibliografia
Os “artigos” que constam neste blog, na sua maioria, foram feitos com consulta bibliográfica, consulta em site, panfletos, etc.
Se alguém estiver interessado em saber qual a bibliografia consultada em alguma “artigo” envie uma mensagem para o e-mail arraiolosbranquinha@gmail.com que enviarei a bibliografia consultada.
Se alguém estiver interessado em saber qual a bibliografia consultada em alguma “artigo” envie uma mensagem para o e-mail arraiolosbranquinha@gmail.com que enviarei a bibliografia consultada.
segunda-feira, julho 16, 2007
terça-feira, julho 03, 2007
Ermida de Santo António
Não se conhece ao certo a data da sua construção, mas já existia em 1708. Situada a 1 km da vila, num sitio ermo, de onde se pode ver uma bonita paisagem, de onde se consegue ver a vila do Vimieiro.
Esta é de planta circular, estando a sua fechadura ao mesmo nível do castelo de Évoramonte.
A porta é de mármore branco, com moldura de ângulos saídos, do estilo rococó.
Em frente, no terreiro público das romarias, existe um cruzeiro, peça de granito, da ordem dórica. Assenta em três degraus e de capitel marmoreado cronografado de 1722.
As cúpulas interiores são de meia laranja caiadas de branco. Na nave, vêem-se apenas o púlpito, semicircular, de alvenaria, colocado na boca do edifício.
O presbitério, mais elevado e de distribuição pavimentar no estilo clássico e de distribuição pavimentar no sistema clássico, axadrezado, com placas de mármore.
Esta é de planta circular, estando a sua fechadura ao mesmo nível do castelo de Évoramonte.
A porta é de mármore branco, com moldura de ângulos saídos, do estilo rococó.
Em frente, no terreiro público das romarias, existe um cruzeiro, peça de granito, da ordem dórica. Assenta em três degraus e de capitel marmoreado cronografado de 1722.
As cúpulas interiores são de meia laranja caiadas de branco. Na nave, vêem-se apenas o púlpito, semicircular, de alvenaria, colocado na boca do edifício.
O presbitério, mais elevado e de distribuição pavimentar no estilo clássico e de distribuição pavimentar no sistema clássico, axadrezado, com placas de mármore.
Pode encontra esta ermida seguindo as seguintes coordenadas: 30º50´13.75´´N
7º50´49.38´´O
Feira de São Boaventura
No próximo fim-de-semana, ou seja dia 6, 7 e 8 de Julho, realiza-se em Arraiolos mais uma edição da “Feira de São Boaventura”.
Nesta iniciativa, a Câmara Municipal organiza um conjunto de actividades, que passa pela mostra das actividades económicas do Concelho, actividades culturais como espectáculos musicais, folclóricos, animação de rua; actividades desportivas como o atletismo. A alguns anos tem vindo a ser recuperada pelos Bombeiros Voluntários de Arraiolos, um tradição a alguns anos perdida. Nos domingos de feira realiza-se um espectáculo tauromáquico.
Relacionada com a feira desenvolvem-se algumas actividades desportivas de competição, são elas: Malha, Pesca Desportiva, Tiro aos Pratos, organizados com o Clube de Malha de Arraiolos, Clube de Pesca Desportiva de Arraiolos e Clube Desportivo de Caçadores de Arraiolos, respectivamente.
Nesta iniciativa, a Câmara Municipal organiza um conjunto de actividades, que passa pela mostra das actividades económicas do Concelho, actividades culturais como espectáculos musicais, folclóricos, animação de rua; actividades desportivas como o atletismo. A alguns anos tem vindo a ser recuperada pelos Bombeiros Voluntários de Arraiolos, um tradição a alguns anos perdida. Nos domingos de feira realiza-se um espectáculo tauromáquico.
Relacionada com a feira desenvolvem-se algumas actividades desportivas de competição, são elas: Malha, Pesca Desportiva, Tiro aos Pratos, organizados com o Clube de Malha de Arraiolos, Clube de Pesca Desportiva de Arraiolos e Clube Desportivo de Caçadores de Arraiolos, respectivamente.
terça-feira, maio 29, 2007
O Tapete Está na Rua
O Tapete Está na Rua é uma iniciativa que acontece há cerca de quatro anos, esta tem como objectivo divulgação do tapete. Esta iniciativa decorre no espaço de uma semana, onde para além de existirem, como o próprio nome da iniciativa sugere, tapetes nas principais ruas da vila (estendidos no chão ou pendurados em janela), durante esta semana existe diversas iniciativas de carácter cultural, como espectáculos música, exposições, teatro, etc. Este ano não é excepção. A iniciativa tem inicio no dia 1 de Junho e estende-se até dia 10. O programa deste ano está disponível em: http://www.cm-arraiolos.pt/pt/conteudos/o+concelho/Tapete+de+Arraiolos/O++Tapete+esta+na+Rua07.htm
sexta-feira, abril 20, 2007
terça-feira, abril 17, 2007
quinta-feira, março 29, 2007
Templo Romano
Situa-se na aldeia de Santana do Campo.
Templo construído na época romana, séc. II/II d.C.
Os vestígios arqueológicos encontram-se classificados como Monumento Nacional pelo Decreto 16/6/1910.
Elementos arquitectónicos de um templo romano, integrado na actual Igreja de Santana do Campo e em diversas construções anexas, incluindo o muro Sul do cemitério, adoçado à Igreja. Deste local são provenientes duas inscrições, hoje perdidas, que referem a divindade indígena “Carneus Calantiensis”.
Enquanto templo romano, o mesmo é datado de 1715, esta é apontada no dintel do pórtico, correspondente a reforma integral da fachada e interior.
Edifício de planta rectangular centralizada, composta pela articulação horizontal de nave e abside, com cobertura homogénea de telhado de duas águas para os dois elementos, que de resto se articulam em continuidade plena. Fechada principalmente virada a O., rasgada pelo vão do pórtico de cantaria granítica enquadriada, com o litel datado de 1715, sobre o qual o parâmetro cego é ornamentado com tabela ovalada de estuque, com a data de 1884; remate triangular definido pelo pendente dos beirais. As fachadas N., S. e E. são marcadas por sequências de gigantescos pilares graníticos de silharia almofadada, com secção quadrada, que parece reforçar e ornamentar os paramentros de imponente construção romana, que devem andar embebidos no revestimento de alvenaria do tempo cristão.
Templo construído na época romana, séc. II/II d.C.
Os vestígios arqueológicos encontram-se classificados como Monumento Nacional pelo Decreto 16/6/1910.
Elementos arquitectónicos de um templo romano, integrado na actual Igreja de Santana do Campo e em diversas construções anexas, incluindo o muro Sul do cemitério, adoçado à Igreja. Deste local são provenientes duas inscrições, hoje perdidas, que referem a divindade indígena “Carneus Calantiensis”.
Enquanto templo romano, o mesmo é datado de 1715, esta é apontada no dintel do pórtico, correspondente a reforma integral da fachada e interior.
Edifício de planta rectangular centralizada, composta pela articulação horizontal de nave e abside, com cobertura homogénea de telhado de duas águas para os dois elementos, que de resto se articulam em continuidade plena. Fechada principalmente virada a O., rasgada pelo vão do pórtico de cantaria granítica enquadriada, com o litel datado de 1715, sobre o qual o parâmetro cego é ornamentado com tabela ovalada de estuque, com a data de 1884; remate triangular definido pelo pendente dos beirais. As fachadas N., S. e E. são marcadas por sequências de gigantescos pilares graníticos de silharia almofadada, com secção quadrada, que parece reforçar e ornamentar os paramentros de imponente construção romana, que devem andar embebidos no revestimento de alvenaria do tempo cristão.
Segundo o Google Earth as coordenadas são as seguintes: 38º46´02.81´´N
8º02´00.15´´O
Convento dos Lóios – Pousada de Nossa Senhora da Assunção
Isolado no Vale das Flores, muito perto do limite da vila, num lugar onde a paz e o isolamento é permanente, situa-se esta pousada.
Outrora, fora um convento, que pertencia à Ordem de Santo Elói.
A época da sua construção remonta ao século XI.
O seu arquitecto foi Rodrigues Anes, o seu construtor João da Silva e João Marques o autor (autor do pórtico da frontaria do templo).
Segundo o mesmo autor, a combinação de estilos, confere-lhe uma certa singularidade, os elementos são góticos – manuelinos – renascentistas e do barroco filipino.
O convento é um edifício de planta irregular, composta por igreja de planta rectangular. Pousada conventual com planta quadrada disposta em torno do claustro.
A igreja, composta de nave, cruzeiro e abside, telhado de duas águas para a nave abside e de terraço para os braços do cruzeiro. Imponente torre sineira. A salientar o conjunto de azulejos existentes no seu interior, os mesmos são de um mestre espanhol Gabriel del Barco – século XVIII, também a beleza dos seus claustros.
No Convento dos Lóios existia uma tradição popular que se fundamentava numa manda testamental; contudo Cunha Rivara tentou certificar-se da mesma, no cartório do convento, porém, não conseguiu encontrar nada que confirmasse a tradição.
Segundo o autor, a festividade principal do convento era a 15 de Agosto, dia da Assunção, oráculo do convento. Nesse dia, durante a tarde, todo o povo se deslocava da vila para o convento, as pessoas iam passear para o vale, depois de visitarem a Igreja, ninguém deixava de beber uma taça de água na fonte de Nossa Senhora e a colher um ramo de murta de uma antiga árvore que se encontrava junto da fonte.
Era costume antiquíssimo lançar da varanda ao povo, pedaços de um grosseiro bolo de farinha a que, pela invariável forma circular se dava vulgarmente o nome de rosca. Corria o povo a apanhar o bolo e, quando curvados sobre a terra disputavam uns aos outros a presa, lançavam de cima os padres sobre o contendentes grandes bacias de água; e tanto maior era o contentamento dos espectadores, quanto mais ensopados saiam da luta os gulosos.
Segundo o mesmo, dez ou doze anos antes da cessação do convento, foi pelos padres, substituída por esmolas de pão, dadas à porta dos pobres, porém, os mesmos não gostaram muito da medida, pois gostavam de se arriscar a molhadela em troca de um pedaço de bolo enlameado.
Em 1980 é comprada pelo estado, em 1985 são feitas obras de adaptação a Pousada segundo projecto do Arquitecto José Paulo dos Santos.
Outrora, fora um convento, que pertencia à Ordem de Santo Elói.
A época da sua construção remonta ao século XI.
O seu arquitecto foi Rodrigues Anes, o seu construtor João da Silva e João Marques o autor (autor do pórtico da frontaria do templo).
Segundo o mesmo autor, a combinação de estilos, confere-lhe uma certa singularidade, os elementos são góticos – manuelinos – renascentistas e do barroco filipino.
O convento é um edifício de planta irregular, composta por igreja de planta rectangular. Pousada conventual com planta quadrada disposta em torno do claustro.
A igreja, composta de nave, cruzeiro e abside, telhado de duas águas para a nave abside e de terraço para os braços do cruzeiro. Imponente torre sineira. A salientar o conjunto de azulejos existentes no seu interior, os mesmos são de um mestre espanhol Gabriel del Barco – século XVIII, também a beleza dos seus claustros.
No Convento dos Lóios existia uma tradição popular que se fundamentava numa manda testamental; contudo Cunha Rivara tentou certificar-se da mesma, no cartório do convento, porém, não conseguiu encontrar nada que confirmasse a tradição.
Segundo o autor, a festividade principal do convento era a 15 de Agosto, dia da Assunção, oráculo do convento. Nesse dia, durante a tarde, todo o povo se deslocava da vila para o convento, as pessoas iam passear para o vale, depois de visitarem a Igreja, ninguém deixava de beber uma taça de água na fonte de Nossa Senhora e a colher um ramo de murta de uma antiga árvore que se encontrava junto da fonte.
Era costume antiquíssimo lançar da varanda ao povo, pedaços de um grosseiro bolo de farinha a que, pela invariável forma circular se dava vulgarmente o nome de rosca. Corria o povo a apanhar o bolo e, quando curvados sobre a terra disputavam uns aos outros a presa, lançavam de cima os padres sobre o contendentes grandes bacias de água; e tanto maior era o contentamento dos espectadores, quanto mais ensopados saiam da luta os gulosos.
Segundo o mesmo, dez ou doze anos antes da cessação do convento, foi pelos padres, substituída por esmolas de pão, dadas à porta dos pobres, porém, os mesmos não gostaram muito da medida, pois gostavam de se arriscar a molhadela em troca de um pedaço de bolo enlameado.
Em 1980 é comprada pelo estado, em 1985 são feitas obras de adaptação a Pousada segundo projecto do Arquitecto José Paulo dos Santos.
Espaço Museológico
Sendo a “Praça” um local “nobre” da vila, seguramente desde, desde o séc. XVI, impunha-se o acompanhamento arqueológico das obras que a Câmara Municipal iria executar, o que foi assegurado pela “Arkhaios” sobre a direcção da Arqueóloga Ana Gonçalves.
Foram encontradas 95 covas, durante o trabalho de escavação arqueológica. Essas covas têm forma circular, escavadas na rocha. Procedeu-se à escavação de 8 dessas covas.
Foram efectuados estudos sobre este achado e chegou-se à conclusão que a sua função original foi abandonada no séc. XIV-XV, numa fase antecedente à construção das casas que circundam a Praça, documentadas no início do séc. XVI, estando referenciado também a identificação de covas quando foram abertos os alicerces dos primeiros edifícios
Devido à presença de um número elevado de estruturas, construídas numa área na altura ainda sem edifícios, quando a população ainda habitava no castelo, a dimensão das estruturas indicam um grande volume de utilização, levam a crer que era uma produção quase a nível fabril.
Foi ainda levantada a hipótese de se tratarem de silo, para armazenamento de cereais, mas a dimensão do seu diâmetro (2 metros), pôs essa hipótese de lado.
A hipótese de se tratar de uma tinturaria é baseada na existência de uma tradição em Arraiolos, a da produção de Tapetes tradicionais de influência Árabe, com uso de produtos vegetais para tingirem as lãs.
Também pelo facto de estas fossas, serem semelhantes às actualmente tinturarias islâmicas existentes no Norte de África.
Análises efectuadas de amostras recolhidas dos silos, no laboratório do Museu D´Arqueologia de Catalunya em Barcelona, revelaram que estas estruturas tiveram revestidas de resina de coníferas (pez), também foi identificada a presença de lã de ovelha, com restos de tintura por acção da raiz da Rubia tintorum L., uma das plantas mais comuns, utilizadas na tinturaria na Península Ibérica.
Para que a população e todos os que visitam Arraiolos possam conhecer um pouco do que há alguns anos ali se passou, foi criado, nos passos do Concelho, um pequeno espaço museológico.
Foram encontradas 95 covas, durante o trabalho de escavação arqueológica. Essas covas têm forma circular, escavadas na rocha. Procedeu-se à escavação de 8 dessas covas.
Foram efectuados estudos sobre este achado e chegou-se à conclusão que a sua função original foi abandonada no séc. XIV-XV, numa fase antecedente à construção das casas que circundam a Praça, documentadas no início do séc. XVI, estando referenciado também a identificação de covas quando foram abertos os alicerces dos primeiros edifícios
Devido à presença de um número elevado de estruturas, construídas numa área na altura ainda sem edifícios, quando a população ainda habitava no castelo, a dimensão das estruturas indicam um grande volume de utilização, levam a crer que era uma produção quase a nível fabril.
Foi ainda levantada a hipótese de se tratarem de silo, para armazenamento de cereais, mas a dimensão do seu diâmetro (2 metros), pôs essa hipótese de lado.
A hipótese de se tratar de uma tinturaria é baseada na existência de uma tradição em Arraiolos, a da produção de Tapetes tradicionais de influência Árabe, com uso de produtos vegetais para tingirem as lãs.
Também pelo facto de estas fossas, serem semelhantes às actualmente tinturarias islâmicas existentes no Norte de África.
Análises efectuadas de amostras recolhidas dos silos, no laboratório do Museu D´Arqueologia de Catalunya em Barcelona, revelaram que estas estruturas tiveram revestidas de resina de coníferas (pez), também foi identificada a presença de lã de ovelha, com restos de tintura por acção da raiz da Rubia tintorum L., uma das plantas mais comuns, utilizadas na tinturaria na Península Ibérica.
Para que a população e todos os que visitam Arraiolos possam conhecer um pouco do que há alguns anos ali se passou, foi criado, nos passos do Concelho, um pequeno espaço museológico.
Segundo o Google Earth as coordenadas são as seguintes: 38º43´32.62´´N
7º59´03.42´´N
quinta-feira, março 15, 2007
Lenda da Sempre-Noiva

Associada à propriedade da Sempre-Noiva, está a Lenda da Sempre Noiva mesmo antes de existir o solar.
Contam-se pelo menos três histórias com este nome:
A primeira Sempre – Noiva
Curiosamente, esta primeira lenda junta na mesma narrativa as duas tradições de Arraiolos, precisamente os tapetes e a Sempre-Noiva.
Ao que parece, no tempo das lutas entre cristãos e mouros, vivia ai uma donzela que ficou noiva em má altura pois no dia do casamento a vila foi atacada e o noivo teve de partir para o combate.
Nesse tempo as guerras prolongavam-se por tempos infinitos e, não raro, mal acabava uma começava outra!
Assim, quando passado muitos anos o rapaz voltou e quis casar, a noiva, contristada por ter perdido a beleza da juventude, demorou a aparecer! E quando os convidados já desesperavam que o casamento se efectuasse, ela apresentou-se coberta com um tapete para ocultar as “marcas do tempo”.
A segunda Sempre-Noiva
A segunda Sempre-Noiva chamava-se Beatriz e era filha de D. Alvaro de Castro, irmã da malograda Inês de castro e primeiro conde de Arraiolos.
Beatriz era uma de fulgurante beleza, não admira pois que um castelhano Afonso de Trastâmara se apaixonasse por ela.
Mas estes foram tempos conturbados! Portugal estava em guerra com Castela. Corria o ano de 1384, Lisboa estava cercada pelos espanhóis. O trono estava vago, e era o mestre de Avis que comandava a resistência dentro da cidade. Beatriz encontrava-se também em Lisboa e, por qualquer motivo obscuro, o mestre de Aviz suspendeu as hostilidades, deixou entrar um nobre espanhol chamado D. Pedro Álvaro de Lara e casou-a com ele. Esta festa deve de ter parecido bizarra aos olhos bizarros, aos olhos do povo que dentro das muralhas sofria os tormentos da guerra! Mas visto que decorreram seiscentos anos sobre o incidente, tornou-se difícil ajuizar sobre os motivos que levaram as pessoas a proceder assim.
De qualquer forma, o casamento não chegou a consumar-se porque o noivo, regressou com Beatriz ao acampamento dos espanhóis, morreu de peste.
Afonso de Trastâmara recuperou a esperança de casar com a sua amada, mas morreu quando pelejava valentemente para impressionar.
Depois da luta acabada e de o mestre de Avis subir ao trono, Beatriz voltou a viver em Portugal e o rei lembrou de a dar de casamento a D. Nuno Álvares de Pereira, que tinha ficado viúvo e a que tinha sido dado o título de segundo conde de Arraiolos. Mas ele recusou.
E consta que o rei, conversando com ela longamente a fim de encontrar um marido que lhe conviesse, acabou por ficar ele próprio cativo da sua beleza! Talvez por isso, não só não voltou a escolher outro noivo como mandou matar D. Fernando Afonso que casou com ela secretamente. E mandou-o matar de uma forma cruel: queimado numa fogueira armada na praça publica, para toda a gente ver.
A terceira Sempre-Noiva
Também se chama Beatriz a terceira Sempre-Noiva. Era filha de D. Afonso de Portugal, arcebispo de Évora, que era um homem cheio de iniciativa. Mandou construir vários conventos e palácios, entre os quais este solar onde ele sempre residiu.
Esta menina estava noiva de um nobre espanhol, muito vaidoso mas muito medroso também! Certo dia, passeando com ele pelos campos, surgiu um toiro tresmalhado que correu para eles. Em vez de a defender, o noivo fugiu a sete pés e foi o maioral quem veio garbosamente em seu socorro. Esporeou o cavalo e conseguiu arrebatalá-la no último instante! Conduziu-a depois na garupa até a casa, e desse abraço ela não se libertou mais. Apaixonara-se irremediavelmente pelo seu salvador. Contudo nesse tempo, uma menina nobre não podia casar com o seu criado...Beatriz preferiu ficar solteira, toda a vida, rejeitando com indiferença os mais ilustre pretendentes.
Contam-se pelo menos três histórias com este nome:
A primeira Sempre – Noiva
Curiosamente, esta primeira lenda junta na mesma narrativa as duas tradições de Arraiolos, precisamente os tapetes e a Sempre-Noiva.
Ao que parece, no tempo das lutas entre cristãos e mouros, vivia ai uma donzela que ficou noiva em má altura pois no dia do casamento a vila foi atacada e o noivo teve de partir para o combate.
Nesse tempo as guerras prolongavam-se por tempos infinitos e, não raro, mal acabava uma começava outra!
Assim, quando passado muitos anos o rapaz voltou e quis casar, a noiva, contristada por ter perdido a beleza da juventude, demorou a aparecer! E quando os convidados já desesperavam que o casamento se efectuasse, ela apresentou-se coberta com um tapete para ocultar as “marcas do tempo”.
A segunda Sempre-Noiva
A segunda Sempre-Noiva chamava-se Beatriz e era filha de D. Alvaro de Castro, irmã da malograda Inês de castro e primeiro conde de Arraiolos.
Beatriz era uma de fulgurante beleza, não admira pois que um castelhano Afonso de Trastâmara se apaixonasse por ela.
Mas estes foram tempos conturbados! Portugal estava em guerra com Castela. Corria o ano de 1384, Lisboa estava cercada pelos espanhóis. O trono estava vago, e era o mestre de Avis que comandava a resistência dentro da cidade. Beatriz encontrava-se também em Lisboa e, por qualquer motivo obscuro, o mestre de Aviz suspendeu as hostilidades, deixou entrar um nobre espanhol chamado D. Pedro Álvaro de Lara e casou-a com ele. Esta festa deve de ter parecido bizarra aos olhos bizarros, aos olhos do povo que dentro das muralhas sofria os tormentos da guerra! Mas visto que decorreram seiscentos anos sobre o incidente, tornou-se difícil ajuizar sobre os motivos que levaram as pessoas a proceder assim.
De qualquer forma, o casamento não chegou a consumar-se porque o noivo, regressou com Beatriz ao acampamento dos espanhóis, morreu de peste.
Afonso de Trastâmara recuperou a esperança de casar com a sua amada, mas morreu quando pelejava valentemente para impressionar.
Depois da luta acabada e de o mestre de Avis subir ao trono, Beatriz voltou a viver em Portugal e o rei lembrou de a dar de casamento a D. Nuno Álvares de Pereira, que tinha ficado viúvo e a que tinha sido dado o título de segundo conde de Arraiolos. Mas ele recusou.
E consta que o rei, conversando com ela longamente a fim de encontrar um marido que lhe conviesse, acabou por ficar ele próprio cativo da sua beleza! Talvez por isso, não só não voltou a escolher outro noivo como mandou matar D. Fernando Afonso que casou com ela secretamente. E mandou-o matar de uma forma cruel: queimado numa fogueira armada na praça publica, para toda a gente ver.
A terceira Sempre-Noiva
Também se chama Beatriz a terceira Sempre-Noiva. Era filha de D. Afonso de Portugal, arcebispo de Évora, que era um homem cheio de iniciativa. Mandou construir vários conventos e palácios, entre os quais este solar onde ele sempre residiu.
Esta menina estava noiva de um nobre espanhol, muito vaidoso mas muito medroso também! Certo dia, passeando com ele pelos campos, surgiu um toiro tresmalhado que correu para eles. Em vez de a defender, o noivo fugiu a sete pés e foi o maioral quem veio garbosamente em seu socorro. Esporeou o cavalo e conseguiu arrebatalá-la no último instante! Conduziu-a depois na garupa até a casa, e desse abraço ela não se libertou mais. Apaixonara-se irremediavelmente pelo seu salvador. Contudo nesse tempo, uma menina nobre não podia casar com o seu criado...Beatriz preferiu ficar solteira, toda a vida, rejeitando com indiferença os mais ilustre pretendentes.
Solar da Sempre-Noiva

Situado a 1,50/2 km de Arraiolos, inserido num quadro bucólico da planície levemente ondulada.
Este foi construído entre o séc. XV e XVI que tem o nome romântico do Solar as Sempre – Noiva. Classificado como monumento nacional. Existe uma lenda, a Lenda da Sempre – Noiva, associada a esta herdade, muito antes de este ter sido construído.
Segundo as autoras, maiorias dos edifícios construídos nesta época são monumentos religiosos, como igrejas e conventos, ou monumentos militares, como fortes e muralhas e ainda se encontram de pé. O solar de Sempre – Noiva, uma relíquia muito notável da nossa arquitectura civil de estilo Manuelino que ainda não desapareceu.
O paço da Sempre – Noiva, que se orienta segundo os pontos cardeais, estando a fachada principal virada a sul, articula-se em três corpos: a torre (legível, sobretudo, apesar da destruição das ameias, em alçada), o corpo central e a capela. Um amplo pátio murado define a zona de implantação do edifício, que se encontra ao ângulo Norte -Poente deste espaço aberto.
O piso térreo organiza-se em seis dependências cobertas com abobedilha de tijolo, que correspondem, com toda a exactidão, às divisões do piso nobre, ao qual se acedia por escada interior de caracol. Destinava-se a esta parte da habitação a armazém, celeiros, cozinha, etc.
A entrada do piso nobre faz-se por uma escadaria de aparato, envolta num pórtico desenvolvido em três ramos abobadados. Constitui, desde logo, uma das novidades deste edifício. Com efeito, o acesso aos pisos superiores dos paços medievais era sempre feita pelo inteiro, pelo que esta escadaria externa as Sempre-Noiva é, com muita probabilidade, a primeira a utilizar-se em habitações nobres.
No solar podemos encontrar janelas em ferradura, uma janela singular de canto, uma escada em caracol, uma abóbada estrelada.
O solar tem uma capela, com portas de lado, que possibilitava que os criados e serviçais assistissem às cerimónias religiosas, os nobres assistiam no seu interior ou numa janela que fazia a ligação entre os edifícios. Apesar da pequenez e simplicidade da capela, esta conserva os contrafortes cilíndricos, indicadores da abobada que cobre o seu interior.
O solar da Sempre-Noiva é sem duvida um dos mais belos exemplares de habitação nobre dos finais da Idade Média.
As formas arquitectónicas traem o medievalismo recorrente na afirmação mudéjar, o que começa a sobressair é já o humanismo. O campo começa a ser nessa altura um lugar de ócio e de contemplação da natureza, espaço de reflexão filosófica e do gozo das artes.
Este foi construído entre o séc. XV e XVI que tem o nome romântico do Solar as Sempre – Noiva. Classificado como monumento nacional. Existe uma lenda, a Lenda da Sempre – Noiva, associada a esta herdade, muito antes de este ter sido construído.
Segundo as autoras, maiorias dos edifícios construídos nesta época são monumentos religiosos, como igrejas e conventos, ou monumentos militares, como fortes e muralhas e ainda se encontram de pé. O solar de Sempre – Noiva, uma relíquia muito notável da nossa arquitectura civil de estilo Manuelino que ainda não desapareceu.
O paço da Sempre – Noiva, que se orienta segundo os pontos cardeais, estando a fachada principal virada a sul, articula-se em três corpos: a torre (legível, sobretudo, apesar da destruição das ameias, em alçada), o corpo central e a capela. Um amplo pátio murado define a zona de implantação do edifício, que se encontra ao ângulo Norte -Poente deste espaço aberto.
O piso térreo organiza-se em seis dependências cobertas com abobedilha de tijolo, que correspondem, com toda a exactidão, às divisões do piso nobre, ao qual se acedia por escada interior de caracol. Destinava-se a esta parte da habitação a armazém, celeiros, cozinha, etc.
A entrada do piso nobre faz-se por uma escadaria de aparato, envolta num pórtico desenvolvido em três ramos abobadados. Constitui, desde logo, uma das novidades deste edifício. Com efeito, o acesso aos pisos superiores dos paços medievais era sempre feita pelo inteiro, pelo que esta escadaria externa as Sempre-Noiva é, com muita probabilidade, a primeira a utilizar-se em habitações nobres.
No solar podemos encontrar janelas em ferradura, uma janela singular de canto, uma escada em caracol, uma abóbada estrelada.
O solar tem uma capela, com portas de lado, que possibilitava que os criados e serviçais assistissem às cerimónias religiosas, os nobres assistiam no seu interior ou numa janela que fazia a ligação entre os edifícios. Apesar da pequenez e simplicidade da capela, esta conserva os contrafortes cilíndricos, indicadores da abobada que cobre o seu interior.
O solar da Sempre-Noiva é sem duvida um dos mais belos exemplares de habitação nobre dos finais da Idade Média.
As formas arquitectónicas traem o medievalismo recorrente na afirmação mudéjar, o que começa a sobressair é já o humanismo. O campo começa a ser nessa altura um lugar de ócio e de contemplação da natureza, espaço de reflexão filosófica e do gozo das artes.
Segundo o Goole Earth as coordenadas são as seguines: 38º41´42.43N
7º58´08.12´´O
quarta-feira, março 14, 2007
quarta-feira, fevereiro 07, 2007
terça-feira, fevereiro 06, 2007
Percurso da Herdade das Lajes
Este percurso localiza-se a cerca de 16km a Norte de Arraiolos. O seu início situa-se a cerca de 2km a Norte de S. Gregório, tendo acesso pela estrada secundária que liga S. Gregório às Bardeiras.
O percurso tem aproximadamente 3km.
Este percurso, como o da Ribeira do Divor, foi marcado pelo Instituto do Ambiente.
No inicio deste percurso passa-se por um povoamento de azinho de densidade variável, submetido a uma exploração diferenciada e apresentando distintos tipos de sub-coberto: zonas de pastagem e áreas de pastagem e áreas de pousio.
A 2ª paragem é na Ribeira da Piegeira. Há medida que nos aproximamos desta paragem aumenta a diversidade de vegetação, bem como a densidade. Esta constitui um excelente abrigo para a fauna de onde se pode destacar o coelho-bravo (Oryctolagus cunniculus) e vestígios da presença de alguns mamíferos predadores como o sacarrabos (Herpestes ichneumon).
A 3ª e ultima paragem é no Açude da Ribeira da Pigeira. Aqui pode-se observar passeriformes, dos quais se destacam os rouxinóis, que utilizam os bancos de Thypha sp muito desenvolvidos nos açudes. Também é possível encontrar vestígios da presença de lontra (Lutra lutra), também se podem ver facilmente cágados-comuns (Mauremys caspica).
Segue-se em direcção ao limite do parque atravessando mais uma área de montado de azinho. Neste troço é também propício à observação de aves de presa diurnas que utilizam o montado como habitat de nidificação.
O percurso tem aproximadamente 3km.
Este percurso, como o da Ribeira do Divor, foi marcado pelo Instituto do Ambiente.
No inicio deste percurso passa-se por um povoamento de azinho de densidade variável, submetido a uma exploração diferenciada e apresentando distintos tipos de sub-coberto: zonas de pastagem e áreas de pastagem e áreas de pousio.
A 2ª paragem é na Ribeira da Piegeira. Há medida que nos aproximamos desta paragem aumenta a diversidade de vegetação, bem como a densidade. Esta constitui um excelente abrigo para a fauna de onde se pode destacar o coelho-bravo (Oryctolagus cunniculus) e vestígios da presença de alguns mamíferos predadores como o sacarrabos (Herpestes ichneumon).
A 3ª e ultima paragem é no Açude da Ribeira da Pigeira. Aqui pode-se observar passeriformes, dos quais se destacam os rouxinóis, que utilizam os bancos de Thypha sp muito desenvolvidos nos açudes. Também é possível encontrar vestígios da presença de lontra (Lutra lutra), também se podem ver facilmente cágados-comuns (Mauremys caspica).
Segue-se em direcção ao limite do parque atravessando mais uma área de montado de azinho. Neste troço é também propício à observação de aves de presa diurnas que utilizam o montado como habitat de nidificação.
sexta-feira, janeiro 26, 2007
Gastronomia do Concelho de Arraiolos
A cozinha tradicional Alentejana é muito criativa, muito apaladada.
O Alentejo sempre foi uma zona pobre, como tal os seus habitantes tiveram de saber tirar proveito daquilo de melhor que esta lhe oferecia. Assim se criou uma cozinha muito criativa, muito apaladada. Os alentejanos, souberam muito bem utilizar, o pão, o azeite, as varas, as caça, as ervas aromáticas que tão bem perfumam os sabores da terra, etc.
A tradição gastronómica do concelho de Arraiolos não foge à regra.
Como tal, existem ao longo do ano, actividades relacionadas com a gastronomia.
Durante todo o ano, no concelho de Arraiolos, realizam-se mostras gastronómicas. São semanas dedicadas à gastronomia, em que existe uma semana dedicada ao borrego, semana do porco, semana da vitela e semana das sopas alentejanas.
Este processo decorre em todos os restaurantes do concelho que aderem à iniciativa. Esta actividade culmina no Outono, mais propriamente em fins de Outubro, princípios de Novembro, naquilo, que se designa de como o “Festival da Gastronomia”, onde no pavilhão das actividades económicas, se concentram todos os restaurante do concelho que aderem à iniciativa e que tenham cumprido alguns dos requisitos, como é o caso da participação das semanas gastronómicas.
Para além de, neste Festival, participarem os restaurantes do concelho que aderiram à iniciativa, é dado oportunidade de outros sectores, também virados para a gastronomia, mas não exclusivamente, para os serviços de restauração, como é exemplo às adegas vitivinícolas, que já são 8 no concelho, os queijos, os doces, etc..
Na Igrejinha realiza-se outra actividade com o objectivo de promover a gastronomia e os vinhos. Esta actividade titula-se com “Prova de Vinhos Amadores e Prova de Sopas” .
Alguns dos pratos tradicionais são comuns às diferentes freguesias, outros, são tradição da respectiva freguesia.
O Alentejo sempre foi uma zona pobre, como tal os seus habitantes tiveram de saber tirar proveito daquilo de melhor que esta lhe oferecia. Assim se criou uma cozinha muito criativa, muito apaladada. Os alentejanos, souberam muito bem utilizar, o pão, o azeite, as varas, as caça, as ervas aromáticas que tão bem perfumam os sabores da terra, etc.
A tradição gastronómica do concelho de Arraiolos não foge à regra.
Como tal, existem ao longo do ano, actividades relacionadas com a gastronomia.
Durante todo o ano, no concelho de Arraiolos, realizam-se mostras gastronómicas. São semanas dedicadas à gastronomia, em que existe uma semana dedicada ao borrego, semana do porco, semana da vitela e semana das sopas alentejanas.
Este processo decorre em todos os restaurantes do concelho que aderem à iniciativa. Esta actividade culmina no Outono, mais propriamente em fins de Outubro, princípios de Novembro, naquilo, que se designa de como o “Festival da Gastronomia”, onde no pavilhão das actividades económicas, se concentram todos os restaurante do concelho que aderem à iniciativa e que tenham cumprido alguns dos requisitos, como é o caso da participação das semanas gastronómicas.
Para além de, neste Festival, participarem os restaurantes do concelho que aderiram à iniciativa, é dado oportunidade de outros sectores, também virados para a gastronomia, mas não exclusivamente, para os serviços de restauração, como é exemplo às adegas vitivinícolas, que já são 8 no concelho, os queijos, os doces, etc..
Na Igrejinha realiza-se outra actividade com o objectivo de promover a gastronomia e os vinhos. Esta actividade titula-se com “Prova de Vinhos Amadores e Prova de Sopas” .
Alguns dos pratos tradicionais são comuns às diferentes freguesias, outros, são tradição da respectiva freguesia.
Percurso Pedestre da Ribeira do Divor
No concelho existem dois percursos pedestre marcados pelo Instituto do Ambiente. O primeiro, que vou apresentar é o "Passeio Pedestre da Ribeira do Divor", posteriormente o "Percurso Pedestre do Parque Africano".A Ribeira do Divor encontra-se integrada na sub-bacia do rio Tejo, Guadiana e Sado.
Em termos paisagísticos pode-se considerar uma zona homogénea, pois predominam os povoamentos de Quercíneas (quercus - sobreiros, azinheiras).
O concelho de Arraiolos, é quase na sua totalidade, constituído por formações do maciço antigo que engloba o complexo xisto-grauváquico Paleozóico e formações hercínicas de granitos alcalinos.
Em termos climáticos, a área apresenta um clima bastante continental, caracteriza-se como mediterrâneo, ou seja, verificam-se Verões com temperaturas elevadas, longo e sem chuva. O Invernos moderado com precipitação atmosférica baixa.
Este percurso situa-se a Noroeste da vila de Arraiolos, na estrada que dá acesso a Santana do Campo, a cerca de 5 km (antes da ponte sobre a Ribeira de Arraiolos). O acesso faz-se pela estrada nacional n.º 370 Arraiolos-Pavia, até ao 1º cruzamento para Santana do Campo. As coordenadas são as seguintes 38º45´42.67´´N 8º01´09´.84´´O.
O percurso tem cerca de 6 km.
Na 1ª paragem foca-se o montado de sobro, este sofre uma forte influencia da actividade silvo-pastoril que se enquadra numa perspectiva de uso múltiplo dos recursos da paisagem.
O montado apresenta um sub-coberto pouco desenvolvido, sargaçais pouco densos, devido à pastorícia; contudo estes são importantes por causa dos accipitiformes.
Outras aves que se podem encontrar nesta zona são a pega-azul, pombo torcaz (espécie cinegética), a garça- cinzenta (Ardea cinerea), cegonhas (Ciconia ciconia).
A 2ª paragem é perto a Moinho do Luís Nobre mais conhecido pelo moinho da Madragoa um antigo TR (para entrar aqui é necessário pedir autorização). Aqui pode-se ver uma azenha/açude, também se pode observar a vegetação ripícola. As coordenadas são as seguintes: 38º46´11.96´´N 8º00´40.36´´O
Na 3ª paragem pode-se continuar a ver vegetação, galerias ripícolas, são zonas onde se encontra maior número de biodiversidade, os choupos, salgueiros, algumas herbáceas, como por exemplo o poejo, é onde se encontra também um número elevados de aves, mamífero, répteis, insecto, pode-se encontrar este elevado número porque toda esta vegetação oferece abrigo, alimento, etc.
Na 4ª paragem é sobre a pote de Pavia que lhe é atribuída arquitectura quinhentista.
Neste pondo pode-se observar as margem da ribeira, de um lado desprovida de vegetação ripícola onde por vezes se fazem pequenas culturas hortícolas de regadio nos terrenos ricos de sedimentos transportados pela água da ribeira. As coordenadas são as seguintes: 3´º46´34.82´´N 7º55´46.56´´O
No 5ª paragem é no Monte da Calha, onde se pode observar uma pequena cascata entre as rochas, arredondadas pela acção da circulação das águas. Esta cascata resulta daconfluencia da Ribeira do Cabido com a Ribeira do Divor.
Na 6ª e ultima paragem, é no antigo Apeadeiro da Estação de Vale do Paio. Neste pode-se observar o montado de azinho, bloco de rochas graníticas.
As coordenadas são as segintes 38º46´51.61´´N 7º59´26.64´´O
quinta-feira, dezembro 28, 2006
sexta-feira, dezembro 15, 2006
segunda-feira, dezembro 04, 2006
Museu Etnográfico e do Artesanato da Igreja

Este espaço pretende-se desenvolver as áreas de exposição, das quais três serão destinadas à exibição do acervo do museu, uma como zona de apoio, para funcionar como sala de reservas, outra, a implementar, como zona multimédia, tudo nas instalações do Centro Social Recreativo de Cultura e desporto da Igrejinha.
A sala 1 – São apresentados elementos de artesanato e utensílios rurais relativos à actividade de inter-relação do Homem com o Meio envolvente, na sua prática diária e no exercício da sua fruição estética dos materiais disponíveis para o exercício da sua condição humana. Esta sala é complementada com textos explicativos e fotografias amostradas
A sala 2 – Nesta sala, um quarto com mobiliário e decoração alusiva ao ambiente rural, encontra-se exposto algum equipamento e objectos diversos alusivos à memória e à vivência dos “habitantes” da casa. As peças expostas datam do início do séc. XX. De referir ainda a existência de algumas fotografias antigas e recentes, em que se procura inserir o que se mostra no ambiente da sua utilização.
A sala 3 – Nesta sala, existem algumas peças, relacionadas com o trabalho doméstico na cozinha, com alusões visuais à recriação de ambientes laborais com tal relacionamento, como forma de dar a conhecer o processo que medeia entre os instrumentos e o resultado em relação ao meio de produção, que é tão característico do Ser alentejano.
Segundo o Google Earth as coordenadas são as seguintes: 38º42´34.02´´N
7º53´47.90´´O
Barragem do Divor
A barragem do Divor foi construída nos anos de 1963 a 1965, situa-se nos terrenos que marginam a ribeira do Divor, insere-se na bacia hidrográfica do Tejo. Na freguesia da Igrejinha. A mesma beneficia uma área de 488 hectares. A sua capacidade de armazenamento é de 11.9 hm3, que corresponde, quando está em nível de pleno armazenamento (NPA) e uma área inundada de 265 hectares.
A exploração e conservação das obras iniciou-se em 1965 a cargo da Direcção Geral dos Serviços Hidráulicos e em 1968 foi transferida para a Associação de Regantes e Beneficiários do Divor, com sede em Arraiolos, criada com efeito por Alvará de 13 de Setembro de 1967.
A área de intervenção do Plano de Ordenamento da Albufeira do Divor, corresponde ao plano de água e à zona de protecção da Albufeira de acordo com o definido no Decreto Regulamentar n.º 2/88 de 20 de Janeiro, enquanto Albufeira classificada como protegida, uma faixa com largura de 500metros.
A albufeira encontra-se inserida no Projecto Biotopos Corine, devendo-se a sua vulnerabilidade essencialmente à pressão humana (recreio e lazer) e à eutrofização das suas águas.
Segundo o mesmo autor, esta está classificada com o número 192, sítio considerado notável pela diversidade e abundância das suas comunidades de aves aquáticas, com especial destaque para as concentrações invernantes de anatídeos (Anas sp. e Aythya sp.) e galeirão (Fulica atra), sendo também importante e rica em falconiformes (aves de rapina diurnas) e caracterizada pela ocorrência de lontra (Lutra lutra) e outros mamíferos carnívoros.A barragem do Divor é palco de muitas actividades, desde a pesca, inclusive pesca desportiva; na 5ª feira da Ascensão é feriado municipal e muitos dos habitantes do Concelho passam esse dia na barragem, inclusive existem sempre actividades apoiadas pela CMA e pela Junta de Freguesia da Igrejinha, um exemplo dessas actividades é o baile popular; vela; canoagem, etc.
A exploração e conservação das obras iniciou-se em 1965 a cargo da Direcção Geral dos Serviços Hidráulicos e em 1968 foi transferida para a Associação de Regantes e Beneficiários do Divor, com sede em Arraiolos, criada com efeito por Alvará de 13 de Setembro de 1967.
A área de intervenção do Plano de Ordenamento da Albufeira do Divor, corresponde ao plano de água e à zona de protecção da Albufeira de acordo com o definido no Decreto Regulamentar n.º 2/88 de 20 de Janeiro, enquanto Albufeira classificada como protegida, uma faixa com largura de 500metros.
A albufeira encontra-se inserida no Projecto Biotopos Corine, devendo-se a sua vulnerabilidade essencialmente à pressão humana (recreio e lazer) e à eutrofização das suas águas.
Segundo o mesmo autor, esta está classificada com o número 192, sítio considerado notável pela diversidade e abundância das suas comunidades de aves aquáticas, com especial destaque para as concentrações invernantes de anatídeos (Anas sp. e Aythya sp.) e galeirão (Fulica atra), sendo também importante e rica em falconiformes (aves de rapina diurnas) e caracterizada pela ocorrência de lontra (Lutra lutra) e outros mamíferos carnívoros.A barragem do Divor é palco de muitas actividades, desde a pesca, inclusive pesca desportiva; na 5ª feira da Ascensão é feriado municipal e muitos dos habitantes do Concelho passam esse dia na barragem, inclusive existem sempre actividades apoiadas pela CMA e pela Junta de Freguesia da Igrejinha, um exemplo dessas actividades é o baile popular; vela; canoagem, etc.
As coordenadas são as seguintes 38º42´01.92´´N
7º55´25.66´´N
Freguesia da Igrejinha

A freguesia da Igrejinha, localiza-se a 10 km da cede de concelho. Possui uma área de 41,2 km2, sendo assim a terceira maior freguesia do concelho.
O território desta freguesia conheceu a presença humana desde eras muito recuadas. Arqueologicamente muito rico, apresenta um número considerável de monumentos dolméticos e vestígios de um castro. Ao longo dos tempos foram aqui descobertos restos de cerâmica, telha de rebordo e outros materiais.
O nascimento da aldeia, deu-se à volta da igreja de Nossa Senhora da Consolação da qual á registos de em 1759 já existirem 30 fogos.
Durante o século XVI a população parece ter crescido paulatinamente e sobretudo nos “montes” das herdades onde se regista a presença frequente de escravos negros ligados, portanto, aos trabalhos agrícolas e pecuários.
Os cereais, a pecuária, a cortiça e a oliveira foram, o motor económico da freguesia, ao longo dos séculos.
Na Igrejinha acabaram por se fixar pessoa que vinha fazer trabalhos sazonais, como os ratinhos sobretudo vindos da Beira Baixa, ovelheiros e pastores oriundos da Serra da Estrela que traziam as suas ovelhas para invernarem no Alentejo (sobretudo nos Campos de Ourique).
Segundo o mesmo autor, nos anos 50, devido ao abandono da agricultura, a população da freguesia decresce violentamente, as pessoas emigraram para cidades maiores ou mesmo para França ou Suiça.
Na década de sessenta (1963-1965), foi construída a barragem do Divor, destinada a abastecer a cidade de Évora e para regadio. Na povoação existia também uma fábrica de transformação de produtos horto-frutícolas da Cooperativa Agrícola, não trouxe grandes melhorias à vida da população nem estancou a saída dos mesmos para outros sítios. Contudo, é uma aldeia de gentes simpáticas, com a sua Igreja da Nossa Senhora da Consolação, os prazeres que a Barragem do Divor pode proporcionar momentos muito agradáveis, o seu vinho e a sua gastronomia.
Igreja da Nossa Senhora da Consolação - Igrejinha
Dedicada a N.ª S.ª da Consolação, os seus fundamentos remontam ao ano de 1528.Sofreu primeiro restauro em 1534, que constou de retelhamento geral do edifício e seu lageamento interior.
O edifício é de planta longitudinal, regular, composta por volumes articulados, correspondentes a dependências e acrescentos posteriores; possuem portal alpendrado com campanário central virado a SO, em alvenaria rebocada e caiada com cunhais e cantarias de granito. Várias construções e dependências destinadas a fins religiosos foram acrescentadas no alçado ocidental.
No seu interior, planta rectangular com capelas laterais e cobertura em abóbada de berço; destaca-se os altares em talha, joaninos, as pinturas a fresco, barrocas, que revestem a cobertura em caixotões na nave principal e a cobertura da capela das Almas; datadas de 1724, são pinturas de carácter populista, figurando Adão e Eva no Paraíso, a Santíssima Trindade e as Almas do Purgatório; apesar da simplicidade da composição, trata-se de um conjunto de grande expressividade e Igor cromático. Os alçados laterais da nave são integralmente forrados por painéis de azulejo de tapete, seiscentista. A imagem que se encontra no altar-mor é de Nossa Senhora da Conceição, padroeira da terra, a mesma é de madeira policromada e dourada.
Segundo o Google Earth as coordenadas são as seguintes: 38º42´37.34´´N
7º53´59.46´´O
Ponte Romana
Ponte pós-romana, não se sabe a data da sua construção.Situa-se sobre a ribeira de Têra, entre o Vimieiro e Casa Branca. Tem uma certa imponência, o que dá ainda uma maior beleza a toda a paisagem circundante.As pontes romanas são sem duvida uma das marcas mais assinaláveis da passagem dos romanos nesta zona.
Segundo o Google Earth as coordenadas são as seguintes: 38º49´30.26´´N
7º51´07.36´´O
Arte Pastoril
Os pastores alentejanos, quando no campo o gado pastava e menos atenções necessitavam, as asas da imaginação soltavam. Utilizando apenas a madeira, ou cortiça e a navalha, esculpiam diversos objectos, desde as colheres de pau, miniaturas de utensílios agrícolas, os coxos e tarros em cortiça, mobiliário, etc.. No concelho de Arraiolos, existia também essa tradição, hoje em dia apenas “meia dúzia” de pessoas fazem algumas peças.
sexta-feira, maio 19, 2006
Tapetes de Arraiolos

Falar-se da tapeçaria alentejana é imediatamente associado aos magnificentes trabalhos bordados a ponto de Arraiolos, que ornamentaram outrora o chão de Palácios, igrejas e casas senhoriais e depois, democratizaram e hoje correm mundo, enriquecendo a decoração de muitos espaços públicos e habitações particulares.
Arraiolos teria sido um dos locais de acolhimento de famílias mouriscas, que depois de 1496, foram expulsas da mouraria de Lisboa por ordem de D. Manuel I.
Algumas dessas famílias rumaram para Espanha, outras para o Norte de África. Outras desejosas de “terra firme” ficaram mesmo, por exemplo, em Arraiolos. Convertendo-se ao catolicismo, pelo menos aparentemente, tornando-se nos novos cristãos, apoiaram-se nas profissões que normalmente exerciam, como a agricultura.
Estes artesões exímios, aproveitando a abundância de lã que na altura existia, do bom acolhimento da população local, dedicaram-se à manufacturarão de tapeçaria, que se veio a chamar de “Tapetes de Arraiolos”.
Documentos antigos que se referem ao fabrico destes tapetes, na vila de Arraiolos datam do final do séc. XVI, supondo-se que a sua implementação date de tempos mais recuados.
Estes tapetes são manufacturados em tela de linho grosseiro, ou tela, ou serapilheira, com lã. Os motivos que preenchem os tapetes não foram sempre os mesmos ao longo dos tempos. Chegaram até nós graças às mãos laboriosas de gerações de bordadeiras, que lhe imprimem o melhor do seu gosto, da sua arte, com traços da vida da grande planície alentejana.
Na tentativa de classificar os tapetes de Arraiolos, têm sido agrupados em três épocas:
A 1ª época corresponde ao séc. XVII, caracterizada pela influência persa na composição decorativa e por alguns motivos geométricos inspirados em mosaicos e azulejaria, sendo o bordado feito sobre linho.
A 2ª época corresponde aos dois primeiros terços do séc. XVIII, na qual predominam desenhos de inspiração popular enriquecidos com motivos orientais. Surgem os animais, figuras humanas, juntamente com elementos florais. Este foi o período florescente da indústria artesanal em Arraiolos.
A 3ª época corresponde aos finais do séc. XVIII e ao séc. XIX, desaparecendo os motivos orientais, os arabescos e progressivamente os motivos populares, em favor das grandes ramadas e motivos florais, sendo a composição menos densa.
Nos finais do sé. XIX, a produção dos tapetes de Arraiolos é quase inexistente, limitando-se à existência de algumas bordadeiras que, por encomenda, executavam tapetes, assim como dos que para as suas casa, algumas senhoras da terra, nas noites longas de Inverno foram executando.
Segundo o mesmo autor, com o início do séc. XX, dá-se o “ressurgimento” dos tapetes de Arraiolos – um grupo de senhoras da terra, recriaram exemplares, com base em modelos, que, em épocas e tempo diferentes, foram referências obrigatórias dos tapetes de Arraiolos, dando-se início a uma nova época.
Segundo o mesmo autor, desse “renascimento”, deu-se a intensificação da produção dos tapetes, assim como, cresceu a procura levando à comercialização e internacionalização do produto.
Como consequência, nos últimos anos, tem-se assistido a uma “generalização” do tapete de Arraiolos, a técnica foi difundida e acabam por aparecer tapetes de Arraiolos, feitos, por exemplo, na China, onde a mão-de-obra à mais barata. Como tal, torna-se necessário, colmatar a ausência de certificação nacional e internacional, que garante a qualidades e a originalidade do tapete de Arraiolos.
Impõe-se, portanto, há muito, criar um instrumento legal que defendendo e valorizando o tapete de Arraiolos crie os mecanismos necessários à sua classificação, denominação de origem e certificação com base na qualidade e preceitos técnicos de produção.
É o que se pretende com o Projecto de Lei Projecto de Lei n.º 444/VIII Assegura a defesa e valorização do tapete de Arraiolos, no qual se propõe:
· Uma definição e critérios de classificação para o Tapete de Arraiolos;
· A criação do Centro para a Defesa e Valorização do Tapete de Arraiolos;
· A atribuição ao Centro de poderes e competências para a definição da área geográfica de produção do Tapete de Arraiolos susceptível de denominação de origem bem como para a fiscalização das condições de produção e respectiva certificação;
· A integração do Centro na Comissão Nacional para a Promoção dos Ofícios e das Microempresas Artesanais.
quarta-feira, maio 03, 2006
Paços do Concelho
Edificado o castelo, dentro dele ficou morando a flor da povoação; aí devia de ser a Casa da Câmara e os outros estabelecimentos público.Contudo a vila cresceu nos arrabaldes do castelo, com tal era necessário que a câmara se situasse num sítio mais acessível.
A 12 de Julho de 1532 foi comprado o edifício, onde ainda hoje é a Câmara.
Esta localiza-se na praça Dr. Lima e Brito.
Em Dezembro de 2002, iniciaram-se obras de remodelação da Praça, tornando-a num espaço mais agradável para todos.
Segundo o Goole Earth as coordenadas são as seguintes: 38º43´31.73´´N
7º59´04.55´´O
Igreja Matriz
Ignora-se a data da fundação da igreja Matriz, contudo a mesma é dedicada à Nossa Senhora dos Mártires.
Segundo o mesmo autor, com o terramoto do dia 1 de Novembro de 1755, também sofreu danos. Em 1954 a mesma foi restaurada.
Típico exemplar de arquitectura religiosa portuguesa da época de transição barroco-rococó. Desconhece-se o autor do projecto.
O seu interior é amplo, de uma só nave. Muita iluminação que lhe é conferida pelos janelões de granito emoldurado.
É constituída por oito capelas laterais, uma das quais representada, incluindo a Baptismal, fechada por gradeamento de ferro forjado. Pode-se ver outra das capelas, no arco de acesso a esta foram aplicadas grades de madeira dourada que haviam sido executadas com subsídios do ultimo capitão-mor da vila, Manuel José Mendes em 1817-20, para a capela de S. Francisco. Trabalho inspirado nos cancelos da capela das Relíquias do Convento dos Remédio. De balaústre torneados e empena de talha dourado, é ornamentado por temas marianos: parras de uvas, espigas de trigo, rosetões esplendentes no eixo a Sagrada Custódia e o Cordeiro Místico.
Tem os prospectos pintados a fresco, obra generosa do pintor arraiolense Simão Dordio Gomes.
Segundo o mesmo autor, com o terramoto do dia 1 de Novembro de 1755, também sofreu danos. Em 1954 a mesma foi restaurada.
Típico exemplar de arquitectura religiosa portuguesa da época de transição barroco-rococó. Desconhece-se o autor do projecto.
O seu interior é amplo, de uma só nave. Muita iluminação que lhe é conferida pelos janelões de granito emoldurado.
É constituída por oito capelas laterais, uma das quais representada, incluindo a Baptismal, fechada por gradeamento de ferro forjado. Pode-se ver outra das capelas, no arco de acesso a esta foram aplicadas grades de madeira dourada que haviam sido executadas com subsídios do ultimo capitão-mor da vila, Manuel José Mendes em 1817-20, para a capela de S. Francisco. Trabalho inspirado nos cancelos da capela das Relíquias do Convento dos Remédio. De balaústre torneados e empena de talha dourado, é ornamentado por temas marianos: parras de uvas, espigas de trigo, rosetões esplendentes no eixo a Sagrada Custódia e o Cordeiro Místico.
Tem os prospectos pintados a fresco, obra generosa do pintor arraiolense Simão Dordio Gomes.
As coordenadas são as seguintes: 38º43´23.32´´N
7º59´16.84´´O
Casa do Capitão-Mor
Situada na Praça da Republica, foi edificada, muito possivelmente, nos finais do século XVIII, contribuindo para a renovação arquitectónica do Rossio, espaço que comunga com a ermida de São Romão.
Esta foi edificada para residência do Capitão-Mor de Arraiolos, Manuel José Mendes de Carvalho.
Serviu, também, nos princípios de novecentos de casa da Mala-Posta.
Em 1956, o rés-do-chão do edifício foi ocupado pelos Bombeiros Voluntários.
Desde Dezembro de 2001, acolhe a Biblioteca Municipal de Arraiolos .
Um exemplo da arquitectura civil da época. Constituída por uma planta rectangular, configuração simples. A fachada principal, os vãos concentram-se ao centro da laçada, alinhando-se as portas e janelas do piso térreo com as janelas de sacada do andar superior. No alçado lateral, destaca-se a porta central, com duas janelas de linhas recta. As cornijas que rematam as janelas são os únicos elementos de destaque do edifício. A alçada posterior abre-se para um pátio de pequenas dimensões.
As coordenadas são as seguintes 38º43´24.21´´N
7º59´03.22´´O
Esta foi edificada para residência do Capitão-Mor de Arraiolos, Manuel José Mendes de Carvalho.
Serviu, também, nos princípios de novecentos de casa da Mala-Posta.Em 1956, o rés-do-chão do edifício foi ocupado pelos Bombeiros Voluntários.
Desde Dezembro de 2001, acolhe a Biblioteca Municipal de Arraiolos .
Um exemplo da arquitectura civil da época. Constituída por uma planta rectangular, configuração simples. A fachada principal, os vãos concentram-se ao centro da laçada, alinhando-se as portas e janelas do piso térreo com as janelas de sacada do andar superior. No alçado lateral, destaca-se a porta central, com duas janelas de linhas recta. As cornijas que rematam as janelas são os únicos elementos de destaque do edifício. A alçada posterior abre-se para um pátio de pequenas dimensões.
As coordenadas são as seguintes 38º43´24.21´´N
7º59´03.22´´O
quinta-feira, abril 20, 2006
Monumento à Tapeteira

Junto à Ermida de São Romão encontra-se o Monumento à tapeteira.
O objectivo do mesmo é homenagear os tapetes que têm séculos de existência e as bordadeiras que os fizeram chegar até nós e, transportá-los para as gerações vindouras.
O autor do Monumento foi o escultor Armando Alves.
Os materiais predominantes no Monumento são os painéis de cerâmica e o granito.
As coordenadas são as seguintes 38º43´22.72´´N
7º59´04.17´´O
Casa dos Arcos

Conjunto de acentuado pitoresco e o mais curioso da arquitectura civil. Está situada na rua com o mesmo nome (Rua dos Arcos). O corpo mais antigo, que a tradição afirma ter sido residência dos Comendadores de Arraiolos – Condes de Vimioso – é do século XVI e talvez do reino de D. João III.
As coordenadas são as seguintes 38º43´28.21´´N
7º59´09.83´´N
Hospital do Espírito Santo

Este situa-se na praça Dr. Lima e Brito.
É um exemplar de estilo Manuelino do séc. XVI.
O mesmo começo por ser uma camarata para os pobres, com apenas sete camas, e uma para religiosos e peregrinos. Mais tarde foi sujeita a obras e ampliada, contudo o seu volume arquitectónico quase, nada foi alterado.
O portal, granítico, de arco redondo, compõe-se de três ribetes, sendo o externo ornamentado por elementos flóricos.
Capitéis e base do bloco unitários, exuberantemente decorados por bolas, cordas e flores de liz.
As coordenadas segundo o Google Earth: 38º43´33.11´´N
7º59´03.71´´O
Breve Referencia Historica da Freguesia de Arraiolos

Arraiolos, localizada a 21 km de Évora, capital de distrito. Ocupa 146,3 km2 e administra 7 freguesias: Arraiolos, Vimieiro, Santa Justa, Igrejinha, São Gregório, Sabugueiro e São Pedro da Gafanhoeira.
A formação de Arraiolos remonta ao séc. II a.C. e é atribuída a Sabinos, Tuscanos e Albanos, que ocuparam Évora antes de Sertório. Estes deram o governo de Arraiolos a um governador grego, o capitão Rayeo, e do seu nome derivou Rayo, Rayolis, rayollo, Rayeopolis, Arrayollos e finalmente, o actual nome da vila, Arraiolos.
Em 1217, D. Afonso II doa Arraiolos ao Bispo de Évora, D. Soeiro. Esta era considerada uma herdade, cuja posse era hereditária e perpétua, e onde o bispo deveria edificar um castelo.
Teve o 1º Foral, de D. Dinis, em 1290, e castelo mandado edificar pelo mesmo monarca, em 1305.
Foi condado de D. Nuno Álvares Pereira – 2º Conde de Arraiolos – a partir de 1387. Antes de recolher ao Convento do Carmo, em Lisboa, o Condestável do reino, permaneceu aqui, longos períodos da sua vida.
A 29 de Março de 1511 foi concedido o segundo Foral à vila. Com limites administrativos definidos a partir de 1736 sofreu, entretanto, várias alterações:
- Inclusão no distrito de Évora (1835); Anexação ao concelho de Vimieiro (1855); Anexação do Concelho de Mora (1898).
Arraiolos é muito visitado, os seus tapetes são conhecidos internacionalmente, mas não são só estes que trazem forasteiros à vila. O seu património arquitectónico, também é responsável por muitas visitas, como é exemplo o Castelo, a Fonte da Pedra, a Igreja Matriz e a Igreja da Misericórdia. Também a traça das casas da vila, não escondem que estamos no Alentejo. Arraiolos também dispõe de uma grande beleza paisagística e de uma rica gastronomia.
Breve Referencia Histórica do Concelho de Arraiolos

A notícia mais recuada da povoação e território de Arraiolos é de 1217, ano de doação dos mesmos ao bispo de Évora e ao Cabido pelo rei D. Afonso II. Então faziam parte do vasto termo eborense, nascido da reconquista, o qual se prolongava, a Norte, até Avis. A doação régia inclui o direito do donatário edificar um castelo. A concessão veio, no entanto, a ser contestada por D. Afonso III, que pretendia recuperar este território para a Coroa. A pretensão abrange o Vimieiro, inicialmente parte do território arraiolense, mas que o bispo D. Martinho Peres desanexara, com a concessão do respectivo foral, em 1257. Após um longo litígio, em 1271, a vila e termo de Arraiolos, assim como Vimieiro, regressam à posse do rei, através de um acordo que atribuía, no entanto, ao bispo do cabido, o patroado das igrejas neles existentes e os respectivos direitos espirituais.
Contudo, antes de morrer, o monarca declarou devolver várias terras à igreja, entre as quais, Arraiolos e Vimieiro, para resolver os seus problemas que o opunham à Santa Sé. No entanto, o seu filho não cumpriu a sua vontade. D. Dinis, pelo contrário, tomou algumas medidas demonstrativas do poder régio da vila e seu termo.
A vila não chegou a estar, um século sobre o poder directo da Coroa. D. Pedro I veio a entregá-la a Rodrigo Afonso de Sousa, filho de Afonso Dinis, que era filho bastardo de D. Afonso III. A concessão foi renovada por D. Fernando, em 1367, logo depois de herdar o trono. Como o donatário não teve descendentes legítimos, foi cedido, após a sua morte, ao conde de Viana D. Álvaro Pires de Castro, irmão de Dona Inês de Castro, segundo Fernão Lopes por interferência da Rainha D. Leonor, juntamente com título de conde de Arraiolos.
O primeiro conde de Arraiolos, era de origem castelhana, foi também alcaide-mor de Lisboa e o primeiro condestável do reino. A sua presença em Arraiolos, com comitivas numerosas, devia de ser frequente, atendendo aos protestos da população, pelo abusos que eram cometidos. Como os paços do castelo, não eram suficiente para albergar todos, estes, instalavam-se pelas casas dos moradores, fazendo uso de suas roupas, utensílios e animais domésticos, cevada….
Contudo as vozes da população fizeram-se ouvir junto ao rei, concluindo-se o acordo com o conde, que o monarca ratificou em 1380.
A vila voltou ao domínio directo da Coroa. Porém, a 30 de Agosto, o Rei, D. João entregou-a a um novo senhor, Fernão d´Álvares Pereira, em recompensa dos bons serviços prestados na guerra contra os castelhanos. Contudo, o mesmo, não viveu para exercer o senhorio das terras, pois morreu com apenas 24 anos, foi morto durante a tentativa de conquista de Vila Viçosa, que estava nas mãos de castelhanos.
Nuno Álvares Pereira foi o segundo conde de Arraiolos, condestável do reino e principal apoiante do mestre de Avis na guerra com Castela.
O terceiro duque de Bragança, D. Fernando III, foi o quarto conde de Arraiolos. Contudo, este abusava, dos habitantes da vila, quando se deslocava à mesma. D. Afonso V, prometeu fazer guardar os privilégios da população. D. João II levou este donatário (Nuno Pereira) à execução na Praça Grande de Évora, em 1483 e à perda de seus bens por se opor às suas centralista.
A vila volta novamente à Coroa, que seguidamente, foi cedida em donatária a um novo senhor, Pêro Jusarte.
D. Manuel I, logo depois de subir a trono e como forma de pacificar o Estado, fortalecido já com a política do antecessor, reintegrou a Casa de Bragança nas antigas honras, títulos e bens. A 16 de Agosto de 1496 confirmou a D. Jaime, novo duque, a posse do condado de Arraiolos e dos respectivos direitos e rendas. O anterior donatário teria sido compensado, pela perda do senhorio, com outras mercês. O mesmo sucederia com D. João II que, em 1542, reconheceu ao duque D. Teodoro a posse do mesmo cargo. Por isso, o condado de Arraiolos e seu termo viria a permanecer, no futuro, integrado na casa dos duques de Bragança.
terça-feira, março 21, 2006
Pelourinho

Está situada na praça Dr. Lima e Brito (Paços do Concelho), precisamente no topo norte, em frente ao antigo hospital do Espírito Santo e no outro extremo o antigo edifício da primitiva Câmara e Cadeia Comarcã que actualmente é o tribunal.
Monumento Nacional, obra de estilo manuelino. Foi erguido em 1534, séc. XVI.
O tronco é de forma octógona, a coluna em espiral de mármore de Estremoz, de onde surgem quatro ganchos, o remate é esférico e é precedido de penha facetada.
Segundo o Google Earth as coordenadas são as seguintes: 38º43´32.80´´N
7º59´03.32´´O
quinta-feira, março 02, 2006
Fonte da Pedra

Esta é também conhecida como fonte dos Almocreves, fonte de grandes dimensões. Situa-se a cerca de 300 m da vila. Antigamente fora chamada de Fonte dos Almocreves.
Uma fonte de particular encanto, e de água muito fresca, em que o refrão de uma cantiga popular da vila descreve bem:
“A fonte da pedra,
Tem água tão boa,
Refresca a garganta,
A qualquer pessoa,
A qualquer pessoa,
E aos passarinhos,
Que vão chilreando,
Nos lindos raminhos.”
Uma fonte de particular encanto, e de água muito fresca, em que o refrão de uma cantiga popular da vila descreve bem:
“A fonte da pedra,
Tem água tão boa,
Refresca a garganta,
A qualquer pessoa,
A qualquer pessoa,
E aos passarinhos,
Que vão chilreando,
Nos lindos raminhos.”
É obra de alvenaria de corpo central aberto em três arcos redondos e em disposição sensivelmente semicircular, cobertos por empenas de ornatos aparatosos, de estilo recocó decadente, escaiolados.
A fonte tem duas bicas, com embasamento de mármore golpeado e almofada; a taça, de linhas curvas, destina-se a animais de sela.
Era coroada com o escudo real, de mármore branco datado de 1827 (séc. XIX), contudo a mesma foi roubada.
A parte traseira da fonte é composta por um tanque de forma ortogonal com cobertura de ferro rematada por fecho redondo, central. Pavimento em empedrado regular. A ligação da água entre a fonte e o tanque é feita por uma almofada de forma triangular. O lavadouro é rodeado por um muro em alvenaria que desemboca num corredor, também murada.
A fonte tem duas bicas, com embasamento de mármore golpeado e almofada; a taça, de linhas curvas, destina-se a animais de sela.
Era coroada com o escudo real, de mármore branco datado de 1827 (séc. XIX), contudo a mesma foi roubada.
A parte traseira da fonte é composta por um tanque de forma ortogonal com cobertura de ferro rematada por fecho redondo, central. Pavimento em empedrado regular. A ligação da água entre a fonte e o tanque é feita por uma almofada de forma triangular. O lavadouro é rodeado por um muro em alvenaria que desemboca num corredor, também murada.
As coordenadas são as seguintes 38º43´26.71´´N
7º59´45.52´´O
terça-feira, dezembro 06, 2005
Ribeira do Divor
| No dia 27 de Novembro o Agrupamento Monte em parceria com a Escola Cunha Rivara de Arraiolos e com a Câmara Municipal de Arraiolos, realizou um percurso pedestre na Ribeira do Divor. O mesmo contou com a participação de 12 pessoas e de um guia que colabora com o CEAI (Centro de Estudos da Avifauna Ibérica), o Sr. Carlos Cruz. O percurso realizou-se no período da manhã. Iniciou-se num caminho à direita antes da ponte sobre a Ribeira de Arraiolos na Estrada de Arraiolos - Santana do Campo. No decorrer do percurso, pode-se observar diversas coisas, como povoamentos puros e mistos de sobro e azinho, as azenhas existente ao longo do percurso, a Ribeira de Arraiolos e do Divor, pequenas cascatas, formações geológicas, as galerias rípicolas, pequenas e antigas hortas e pomares, etc. |
quarta-feira, novembro 23, 2005
Castelo de Arraiolos

O castelo está classificado como Monumento Nacional pelo Decreto 16/06/1910, DG 136 de 23 de Junho de 1910. Foi em 1305 mandado edificar pelo rei D. Dinis. Um exemplar da arquitectura militar Românica e Gótica. Erguido num monte de configuração cónica, conhecido como Monte de São Pedro, compreende a muralha da primitiva povoação e paço dos Alcaides, coroado no Vértice pela Igreja Matriz do Salvador. Curiosamente o Castelo de Arraiolos não foi mandado construir em tempo de guerra. Outra das características do mesmo é a sua forma ovóide. A sua forma ovóide é única no panorama das fortalezas alentejanas. Em 1384 é ocupado pelo exército Castelhano do marchal de campo Pêro Roiz Sarmiento e no calamitoso mês de Maio de 1663 a praça prestou menagem ao príncipe D. Juan de Asturias que marchava sobre Évora e tomou após breve mas violenta luta. Em 1599 fechava as suas portas ao anoitecer, o sinal era dado pelo sino, contudo já alguns habitantes moravam no exterior da muralha. a 1 de Novembro de 1755, houve um terramoto, que fez grandes estragos nas muralhas do castelo, uma das torres, ficou mesmo em perigo eminente de desabar nas casas mais próximas. Entre 1959-63, Castelo e Muralhas são parcialmente restauradas pelos Monumentos Nacionais. Em Dezembro de 2000 e Julho de 2001, o espaço que rodeia o castelo, foi submetido a obras de beneficiação e o seu exterior. Desta beneficiação resultou a iluminação exterior, um circuito pedonal exterior às muralhas, criação de um parque de estacionamento junto à Escola Cunha Rivara e també, foram feitos trabalhos de arqueologia. de altura regular, a muralha possui duas portas. uma completa que se designa por Porta de Santarém e, outra virada ao sul, na direcção de Arraiolos a da Barbacã, que se encontra destruída.
terça-feira, novembro 22, 2005
Passeio Pedestre

No próximo dia 27 de Novembro o Agrupamento Monte, em parceria com a Escola Cunha Rivara de Arraiolos, a Câmara Municipal de Arraiolos e o Centro de Estudos da Avifauna Ibérica realizam um passeio pedestre na Ribeira do Divor. Este percurso tem 6 km, para "pernas média". Ao longo do mesmo, poder-se-à ver, para além das azenhas ainda existentes naRibeira, montado de sobro e azinho, vegetação ripícola, resquícios da agricultura tradicional (hortas), aves aquáticas, passeriformes bastante diversificados, etc. Para inscrições contactar o: Agrupamento Monte ACE Tel.: 266 490 090 E-mil: monte@monte-ace.pt
Arraiolos
Terra de grande passado,
Não menos importante presente.
Terra de bom garfo,
Terra de boa gente.
No monte seu castelo,
Ao redor sua casaria.
A paisagem envolvente,
Pinta uma tela com alegria.
Arraiolos branquinha.
Arraiolos do meu coração.
És tapete estendido,
Por Deus, bordado à mão.
Não menos importante presente.
Terra de bom garfo,
Terra de boa gente.
No monte seu castelo,
Ao redor sua casaria.
A paisagem envolvente,
Pinta uma tela com alegria.
Arraiolos branquinha.
Arraiolos do meu coração.
És tapete estendido,
Por Deus, bordado à mão.
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